terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Verão 2010: dica de viagem.


Eu sei, eu sei que já tá quase acabando as benditas férias de verão mas mesmo assim eu insisto em fazer um post pros desocupados que estão coçando o saco desde novembro e vão continuar até março. Sendo assim, deixarei dicas e claro, vou expor ao máximo meu fracasso, para que vocês queridos leitores tenham uma ótima viagem. Contarei então, da viagem que eu e Jézinha fizemos até Guaratuba. Sim aquela Guaratuba que alagou, rolou bombeiros, caiaques envenenados, tudo isso. A única pessoa que riu da situação foi a minha mãe que falou que minha perna que já parecia engessada, voltou refletindo mais que um indaiá (meaning: palmito) e ficou se gabando do ombro dela, que se quer saber a minha opinião, estava de uma cor e brilho bem semelhantes a um quarto de leitoa assada. Enfim, nossa saga começou quando simplesmente decidimos nos aventurar pelo litoral paranaense em busca de locais (surfistas) bonitos. O problema é que todas as pousadas custavam mais de 180 reais a diária e as demais teríamos que dividir quarto com potenciais estupradores e mendigos locais. Foi então que uma agradável (NOT.) senhora nos acolheu em sua pousada (motel) e com carinhos nos aconchegou com seus 10 gatos. Só não recomendo porque não lembro o nome da pousada, porque o café da manhã era ruim, porque era longe da praia e porque ficamos só um dia. Saímos então deslocadas, com o café da manhã ruim dando murros no estômago e dançando Mambo 5 com a vódega da noite passada. Achamos então, na divisa das duas praias bombantes, em Brejatuba (PIADAPRONTA) nossa escolhida. Lá estava ela, toda sujinha a um passo dos surfistas, dos milhos cozidos e do Cristo do Monte. Tudo bem que a TV só pegava a Globo, a colcha fedia a cachorro (trouxemos roupa de cama,grázadeus), o ventilador tava sujando mais o ar que ventilando, nós éramos as únicas hóspedes e o banheiro era comunitário e estava sujo desde que chegamos. Tudo bem, nossa intenção era a melhor. Sabemos que a do Peter (dono da pousada) também, apesar de só mostrar o contrário, afinal pra que limpar o banheiro se pode ficar tomando cerveja com seu amigo cabeludo (affair, certeza). O que a gente não sabia é que além de ficar na boca da praia, era um lugar com potencial altíssimo para alagamento, ainda mais numa época que chegou a chover 9 horas NON-STOP, o que nos impedia de sair com o carro, se é claro, não quisessemos que ele ficasse submerso até o vidro e entrasse água em partes que fazem o carro, efetivamente funcionar. Tudo bem, tinha lanche e batata frita. Apesar de tudo ainda conseguimos nos entreter com nossos drinks quentes, o Steak bar (?) Swell (recomendo, garçons e donos gentis e engraçados), tentar lembrar de blink-182 bebada e descobrir que não lembrava o começo de nenhuma música, apontando uma pra cara da outra feliz quando conseguia fazer com a boca um som que parecia de leve com o refrão. Gorfadas na praia a parte, foi uma ótima viagem, mas se tem uma dica do fundo do coração que eu dou é: viaje, vá pra puta que pariu, na casa do caralho, mas lembre-se sempre com alguém que você sabe que não precisará muito pra se divertir. Coloco aqui umas fotos depois, e talvez até nosso vídeo (aliás, só meu, né Jéssica /aff) cantando Cine. Sad.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

BBBoquétxi.

Brincadeira gente, não vou falar bem de BBB, muito menos ficar difamando a pobre da Tessália (nome de guerra) e seus carinhos molhados debaixo do edredon. Venho mostrar a vocês, assíduos leitores, que o BBB não se limita - excitantemente - ao nosso Brasilzão: há vidas de pessoas um tanto distintas sendo observadas lá fora.



Deêm uma espiada nos elementos do BBNipo do Japão.


(dica: uma clicadinha pra ver melhor)

É, fora queimar meu braço com ferro 5 da manhã, tropeçar no varal e torcer panos de chão é com isso que eu ando me ocupando aqui na capital. Muito bonito.


E lembrem-se: