quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Nunca me deixem com fome ou curiosa. Em hipótese alguma me deixem com fome e curiosa ao mesmo tempo, se for assim não durmo. Aí se eu deixo de dormir ou durmo menos do que eu deveria (18 horas diárias) eu fico irritada e não vivo. Então se não querem me deixar louca, por favor, não provoquem.


To exagerando, juro. Mas loucura pega, não to brincando. E não to ficando louca. A parte da loucura é meu lado hiperbólico falando e esse meu lado é bastante extenso. Na verdade o anormal é que deveria ser normal. E aí os normais seriam loucos e essa hora eu estaria dormindo e não estaria me deixando levar pela fome, insônia ou curiosidade. É isso que eles devem chamar de ansiedade.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Saudades

Eu vinha contando minha vida, cada passo que eu dava e pedra que eu tropeçava. Aí eu fiquei deprimida o suficiente pra não querer escrever. Quem me conhece sabe que pra eu deixar de escrever a depressão tem que ser drástica. Sim, a depressão não foi tão emblemática, mas eu simplesmente não tinha vontade. Eu morava sozinha, eu morava longe de tudo e eu estava feliz. Depois eu não morava sozinha, mas vivia em uma prisão azul com vista para a belíssima arquitetura romana: foi aí que Nero apareceu e colocou tudo abaixo e eu quis voltar pra casa, junto com meus pais. Eu fui forte o suficiente pra me manter em pé um semestre longe deles. Não que eu seja fraca, mas eu estava perdida e fui ficando cada vez mais perdida, abandonada. Eu conquistei amigos para a vida toda em Curitiba, pessoas especiais que eu lembro todo dia e mando beijos mentais para elas. Mas eu conheci amigos para a vida toda que me viraram as costas nos piores momentos. Momentos que eu me senti na 3ª série do ensino fundamental. Fui eu mesma ao ponto de chorar e ficar horas no telefone com minha melhor amiga. Fui fraca o suficiente pra chorar e fui brava o suficiente pra erguer a cabeça e continuar vivendo por mais quatro meses em um ambiente hostil. É aprendizado. Se não fosse assim seria de outro jeito. De qualquer forma, celebrando a fidelidade àqueles tempos, não jogo pragas ou coisas do gênero naqueles pessoas. Eu lembro dos bons momentos, dos ótimos momentos e dos grandes momentos que eles compartilharam comigo. Foi em Curitiba que eu aprendi a ir churrascos sem carne e aprendi a cumprimentar as pessoas de longe, já que é preciso muita parcimônia para nos aproximarmos daqueles humanos ariscos. Nunca foi difícil pra eu me moldar aos lugares e aprender a conviver com pessoas diferentes - mas eu nunca fui muito paciente. Eu aprendi a cozinhar, viajar horas de ônibus. Aprendi a ir pra São Paulo sempre que possível e também amei muito ver minha melhor amiga a cada três meses. Foi morando sozinha que eu aprendi a beber cerveja, a viver à noite, a dirigir e ir ao James. E, principalmente, foi voltando a morar em São Leopoldo que eu aprendi a valorizar cada um dos amigos que cresceram comigo. A amiga que eu briguei tantas vezes, mas que sempre esteve presente na minha vida. Minha amiga que não tem noção nenhuma, mas que é ela mesma sempre, mesmo que eu desaprove os atos insanos dela. Minha amiga que eu tanto odiei quando eu éramos idiotas o suficente para nos odiarmos; minha amiga que me ensinou tanto, me visitou tantas vezes em casa, enlouqueceu minha mãe chamando-a de tia e me ensinou, principalmente, a ir pra festa. Minha amiga, como as outras, insana, adepta ao trago e aos inferninhos que ouve tantas vezes e que me acolhe tantas vezes na sua casa. Todas que pessoas que eu amo tanto, que me amam tanto e que se importam comigo. É muito bom morar longe de casa e sentir saudades. É muito bom, senão melhor, voltar pra minha casa vermelha, e voltar à velha rotina que eu já enjoei. Agora eu quero ir embora de novo, mas eu sei que vou voltar e vou vir aqui escrever cada passo, mesmo que longo.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Happy B-Day, Jéss!

Como já é tradição todo aniversário de uma ilustre Sexyqueen, nós procuramos fazer um post fofinho, todo emocionado, e não é porque a Jézinha ta ficando véia que eu não farei o mesmo esse ano. Não garanto que será melhor que os outros, mas esse com certeza é de muito coração.

Acho que se eu pudesse desejar algo, seria felicidade, saúde, dinheiro e cats (não nessa ordem, depende muito da necesidade momentânea, portanto deixo em aberto), e como eu posso desejar o que eu quiser, é exatamente isso que eu desejo.


A verdade é que, não interessando a total ausencia desses elementos que eu acabei de te desejar, o mais importante, para mim pelo menos, é que você saiba que a algumas horas distância tem alguém que você sempre pode contar pra viagens no cu do mundo, pra se entupir de doces de ursinho em goma, tomar drinks horríveis dividir em 9 copos e mesmo assim não conseguir tomar, ligar bebada de madrugada, assistir o melhor do Brasil, comendo pizza e tomando coca porque tava de saco cheio demais pra sair de casa. Lembra daquele 'ditado' que pra idiota não existe tédio... E vou comemorar o seu DOISPONTOZERO (odeio) tomando todas na Braugarten, com uma foto sua no centro da mesa, juro.
Te amo, Jé!








“Algumas vezes, na vida, existem aqueles laços que, uma vez formados, nunca poderão ser quebrados. Algumas vezes você poderá encontrar uma pessoa que vai ficar ao seu lado independentemente do que acontecer. Talvez, você encontre isso em uma pessoa e celebre isso com o casamento dos seus sonhos, mas existe também a chance de que a pessoa com quem você poderá contar eternamente, a única pessoa que te conhece melhor do que você mesmo. É aquela mesma pessoa que estava ao seu lado o tempo todo”





terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Verão 2010: dica de viagem.


Eu sei, eu sei que já tá quase acabando as benditas férias de verão mas mesmo assim eu insisto em fazer um post pros desocupados que estão coçando o saco desde novembro e vão continuar até março. Sendo assim, deixarei dicas e claro, vou expor ao máximo meu fracasso, para que vocês queridos leitores tenham uma ótima viagem. Contarei então, da viagem que eu e Jézinha fizemos até Guaratuba. Sim aquela Guaratuba que alagou, rolou bombeiros, caiaques envenenados, tudo isso. A única pessoa que riu da situação foi a minha mãe que falou que minha perna que já parecia engessada, voltou refletindo mais que um indaiá (meaning: palmito) e ficou se gabando do ombro dela, que se quer saber a minha opinião, estava de uma cor e brilho bem semelhantes a um quarto de leitoa assada. Enfim, nossa saga começou quando simplesmente decidimos nos aventurar pelo litoral paranaense em busca de locais (surfistas) bonitos. O problema é que todas as pousadas custavam mais de 180 reais a diária e as demais teríamos que dividir quarto com potenciais estupradores e mendigos locais. Foi então que uma agradável (NOT.) senhora nos acolheu em sua pousada (motel) e com carinhos nos aconchegou com seus 10 gatos. Só não recomendo porque não lembro o nome da pousada, porque o café da manhã era ruim, porque era longe da praia e porque ficamos só um dia. Saímos então deslocadas, com o café da manhã ruim dando murros no estômago e dançando Mambo 5 com a vódega da noite passada. Achamos então, na divisa das duas praias bombantes, em Brejatuba (PIADAPRONTA) nossa escolhida. Lá estava ela, toda sujinha a um passo dos surfistas, dos milhos cozidos e do Cristo do Monte. Tudo bem que a TV só pegava a Globo, a colcha fedia a cachorro (trouxemos roupa de cama,grázadeus), o ventilador tava sujando mais o ar que ventilando, nós éramos as únicas hóspedes e o banheiro era comunitário e estava sujo desde que chegamos. Tudo bem, nossa intenção era a melhor. Sabemos que a do Peter (dono da pousada) também, apesar de só mostrar o contrário, afinal pra que limpar o banheiro se pode ficar tomando cerveja com seu amigo cabeludo (affair, certeza). O que a gente não sabia é que além de ficar na boca da praia, era um lugar com potencial altíssimo para alagamento, ainda mais numa época que chegou a chover 9 horas NON-STOP, o que nos impedia de sair com o carro, se é claro, não quisessemos que ele ficasse submerso até o vidro e entrasse água em partes que fazem o carro, efetivamente funcionar. Tudo bem, tinha lanche e batata frita. Apesar de tudo ainda conseguimos nos entreter com nossos drinks quentes, o Steak bar (?) Swell (recomendo, garçons e donos gentis e engraçados), tentar lembrar de blink-182 bebada e descobrir que não lembrava o começo de nenhuma música, apontando uma pra cara da outra feliz quando conseguia fazer com a boca um som que parecia de leve com o refrão. Gorfadas na praia a parte, foi uma ótima viagem, mas se tem uma dica do fundo do coração que eu dou é: viaje, vá pra puta que pariu, na casa do caralho, mas lembre-se sempre com alguém que você sabe que não precisará muito pra se divertir. Coloco aqui umas fotos depois, e talvez até nosso vídeo (aliás, só meu, né Jéssica /aff) cantando Cine. Sad.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

BBBoquétxi.

Brincadeira gente, não vou falar bem de BBB, muito menos ficar difamando a pobre da Tessália (nome de guerra) e seus carinhos molhados debaixo do edredon. Venho mostrar a vocês, assíduos leitores, que o BBB não se limita - excitantemente - ao nosso Brasilzão: há vidas de pessoas um tanto distintas sendo observadas lá fora.



Deêm uma espiada nos elementos do BBNipo do Japão.


(dica: uma clicadinha pra ver melhor)

É, fora queimar meu braço com ferro 5 da manhã, tropeçar no varal e torcer panos de chão é com isso que eu ando me ocupando aqui na capital. Muito bonito.


E lembrem-se:




sábado, 2 de janeiro de 2010

Ke$ha in ca$h



Ke$ha pra vida em 2010!!!!
O que eu aprendi em 2009 é que quando sua amiga japonesa te diz que uma música É MUITO BOA NOSSA MTS DORGAS ouça ela. Amigas japonesas são muito sábias e sabem do que você precisa.
É o hit do verão, quase que superando 3oh3!
Reflitam e ouçam minha nova diva drunk - foda-se Brit (brinks, te amo Brit)