quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Feriado e glicose.



OIE. Eu tinha semi-abandonado o blog, por motivos pessoais (e não, eu não estou grávida). Pessoais no sentido: incopetência de conciliar faculdade e vida virtual.A questão é que eu tenho me estressado tanto com coisas banais por esses dias, que estou até desconfiando de um começo de gastrite nervosa. Trabalho pra entregar: dor de barriga, pegar nota: cólica, ovo com gema mole: diarréia. Tudo bem, até confesso que curto uma diarréia de vez em quando pra limpar a alma.Mas voltei com tudo! - exceto com movimentos peristálticos regulares e bolo alimentar caminhando devagar quase parando. Eu tenho que ser porca em todos posts.Mesmo. Mais animada pro feriado impossível. Jézinha vem nos visitar e embarcar no bondinho homossexual - NOT - da noite paulistana, com direito a baladinhas hype/hip-hop, travestis Trace Cyrus e encoxamento no metrô. Essa cidade vai estar bombando tanto no feriado que vai ter fila indiana até no Giraffas. Se bem que São Paulo bombando é redundante. Ô cidade linda.
Pra terem uma noção de que a minha palavra não vale nada, ano passado eu batia o pé, fazia birra e greve de fome - tá, mentira a ultima parte - por que não queria vir pra capital. Muita gente, muito encoxamento, muita coisa. O que eu não sabia, é que tudo isso é só ponto positivo. E como. Agora volto pro meu polo industrial do jeans no sudoeste e fico vagando pela casa incomodando meus pais e comendo loucamente sem saber o que fazer.

Esse é o feriado etílico mais esperado do final do ano, só posso continuar o post depois que tivemos bebido todo o estoque, lavarmos as calçadas da Augusta, pegado os mais comprometidos facialmente - achando lindo - e pulado no Tietê. Enfim, um salve pra todos que virão desfrutar das bizarrizes paulistanas.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Da vontade de bater em alguém

Às vezes minha maior vontade é sair dizendo verdades na cara das pessoas. Aquelas pessoas que estão sempre reclamando de tudo, dizendo que a vida é uma merda e que o mundo não merece a sua presença. No entanto, eu não posso fazer isso. Por maior que seja a minha vontade, ninguém merece saber certas verdades sobre si. Ninguém merece ser 'desmerecido' e reduzido a nada. "Não se deve brincar com certas pessoas, mesmo que elas mereçam", já disse Holden Caulfield uma vez e eu espero que essa ideia seja propagada infinitamente.

Todo mundo quer saber a verdade sobre si, mas ninguém quer ouvir. São poucas as que sabem relevar uma crítica e sair andando de cabeça erguida. Eu acho que cada um deveria se descobrir sozinho, levar uns tapas na cara e uns chutes na bunda. Mas ninguém merece ter uma pancada de verdades jogadas na cara.

Eu acredito que todo mundo deveria abrir os olhos e parar de querer carregar uma pedra nas costas. Porque querer carregar o mundo nas costas é opção de cada um, é pura resignação. Todos devem ser amados e amados pelo que são. Amor não mede esforços e se alguém te ama é porque ela ama você do jeito que você é. Mas às vezes o amor é fugaz e se esvai com o ar. E então você sabe que não foi amado de verdade (e eu falo de amor fraternal) e que precisa mudar alguma coisa. Ou não.

Não tenho peito de chegar em alguém que eu não conheço com a palma da minha mão e dizer "Cara, se liga pra vida!". Eu só tenho o bom senso de me distanciar dela e ir embora. Sai da minha vida, por favor. Tudo que você faz é sugar minha energia; me faz sentir mal por algo que eu não fiz; me faz sentir pena de você. Então, eu penso e desejo que isso aconteça, vá o mais longe que puder. Por favor.

Blink 182 e a vida <3

Eu vim aqui pra dizer que acho que vou fazer minha monografia de conclusão de curso (daqui a 7 anos) sobre "Pessoas que ouviram Pop-Punk na sua infância e adolescência". De verdade, eu tenho pensado em teorias sobre isso. A principal teoria (única, ATÉ AGORA - mente brilhante em desenvolvimento) é que essas pessoas, a maioria delas hoje com mais de 18 anos, são mais felizes.

Existem pesquisas que afirmam que o cérebro/personalidade da pessoa é formada enquanto jovem. Ok, não é novidade. O que eu quero dizer é que aqueles que ouviam 18 vezes por dia o Enema of the State, do blink1 182, absorveram somente idiotices pra vida. Não idiotices fugázes, mas idiotices do tipo WAY OF LIFE, que definirão uma pessoa mais "leve" no futuro.

Blink 182, até 2003, não tinha lá grandes letras edificantes, que construíam uma alma de pureza e bons modos. Mas tinha músicas que construíram uma personalidade do tipo "foda-se o mundo". Blink 182 tem uma música sobre foder um cachorro e um clip de caras lindos correndo pelados por L.A. Sendo assim, eu acredito, por experiência própria (please, eu sou uma dessas pessoas) que eu vejo a vida com outros olhos.
Sim, eu choro sangue 10 vezes a cada mês, ouço Jack's Mannequin e Fresno (NOOOOOOT) mas eu sei que se eu procurar uma música do Blink, eu vou abrir meus olhos. Sabe, eu acho que isso é muito amor. E as pessoas me perguntam porque eu tenho uma porcaria de adesivo do Blink no meu carro e eu só penso em gratidão. Afinal, sem dúvidas, eles me fizeram quem eu sou - e eu acho que ninguém deveria se levar tão a sério.

Beijos no coração. E façam seus filhos ouvirem Blink 182, Bowling For Soup e Green Day old-school.

You tube, eu não gosto de vc

Eu ia fazer um post muito LEGAL, divertido, contemporâneo e aleatório sobre Bowling For Soup e toda a alegria de ser dessa banda maravilhosa de pop punk, MAS culpem o you tube. O you tube não deixa incorporar os vídeos do BFS e mimimi, não sei pq essa putaria, ok. Mas é assim que a vida é - e se não fosse assim, seria de outro jeito e o mundo que nos ama teria um post lindo sobre essa banda linda.

Tchau