sábado, 30 de maio de 2009

COMPETIÇÃO

Quem é mais suína?

1) Aquela que encontra uma barata na pia da cozinha?
OU
2) Aquela que joga uma meia suja na pia da cozinha?

É uma enquete séria - e real hehe.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

OITUDO/

Um conhecido teu te vê e te cumprimenta:
- OI!
Você prontamente responde:
- OI!
Teu conhecido retruca:
- Tudo bem?
-Tudo sim - com um sorriso largo e talvez exagerado no rosto.
Pra terminar ele diz, já indo adiante:
- COMIGO TAMBÉM - com muito, muito escárnio no seu tom de voz
- QUE BOM - com muito, muito, muito escárnio no meu tom de voz, eu respondo

Agora, de boa, eu cumprimento as pessos. Sou educada e sorrio. Dou oi. Nada de 'bom dia', 'boa noite' e 'boa tarde'. Sério, não acredito nesses cumprimentos. Sempre oi, olá, mimimi, eae cat. Muito mais verossímel, verdadeiro e do fundo do coração.
Eu acredito piamente que perguntar se um outro alguém está bem quando você o vê é retórico. A pessoa SEMPRE vai responder com 'tudo bem', 'sim', 'beleza'. Nunca vai responder pro amor platônico "Não, eu te quero e você é cego e não vê, por isso eu estou morrendo por dentro cada vez que você pergunta se eu estou bem". Me diz, quando que alguém vai responder pra algum conhecido "Posha, acordei na bad hoje". Seguramente, uma vez que é um conhecido, ele vai dar um jeito de sair correndo. NINGUÉM responde a verdade quando é cumprimentado com um 'tudo bem?'. E por isso que eu não pergunto de volta. Eu já sei a resposta. Se a pessoa estiver necrosando por dentro, com hanseniase no pé ele vai responder que tá tudo bem.
Agora, com meus amigos, com eles eu também não pergunto se está tudo bem. Eu simplesmente sorrio pra eles dizendo 'OI GALERE' e deu. Se eu perceber alguma alteração de humor eles dirão imediatamente - são amigos. Se eles não disserem, aí sim eu perguntarei. AÍ SIM SERÁ VERDADEIRO, pq se eu perguntar se está tudo bem eles dirão prontamente a verdade. Ou não, aí é problema é de cada um. 
Foda-se. Nunca perguntarei informalmente se está tudo bem quando você chegar em mim me cumprimentando. E não é falta de educação. Falta de educação é fingir que não viu. 

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Worst Week Part I.

Deveria ser proibido passar tanto perrengue num prazo tão ridículo de tempo. Minha vida ta tipo "Worst Week" só que não tem tanta graça - pra mim - porque é verdade, e é comigo. Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa que tem facilidade de se soltar com as pessoas e tudo mais, desde que elas sejam compostas de um grupo relativamente limitado. Eu tremo mais que vara verde, gaguejo absurdamente quando vou apresentar qualquer trabalho - é, eu preciso trabalhar nisso, já que eu curso comunicação e tudo mais, procurarei especialistas logo menos - e suando frio mais que uma porca no cio, obevéo ululante. E foi assim que minha amnésia me decidiu que queria me derrubar. Eis que no domingo a noite eu decido jogar poker por 49 horas. Batata. Tinha um seminário sobre "Os Sertões" na última aula e só não caguei na calça porque a natureza já tinha se encarregado de me manter rainha do trono na noite interior. I was clean. A segunda vez que eu fico descontrolada. Tive que ler o trabalho to-do. Assim não dá pra viver. E pra arrumar emprego.
Recebi uma ligação na terça e na quinta já me desloquei de social pra minha primeira entrevista de estágio. Eu sou um bicho do mato, sério. Eu falei tanta merda, mas tanta merda, que eu cheguei em casa ciente que se ela fosse me ligar ia ser pra me convidar pra fazer umas atrocidades comigo no sítio dela em São José. Sério. So faltou chamar ela de mano e convidar pra queimar um beck na lata comigo.
Pasmem: ela me ligou.
Hoje eu tava tipo: FREAKING OUUUT na facul. Ninguém mais me aguentava. Não que o façam normalmente, juro, eu estava impossível. Cheguei e fui recebida com afagos visuais do pessoal que trampa no escritório, galera super gente boa. Cheguei na sala e bomba. Uma veterana minha, concorrente. VE-TE-RA-NA. Quer que eu soletre? Porque eu consigo.
E mais uma galera 50 anos mais velhas que já tramparam na putasqueosparius e tudo mais. E eu encolhida no meio sem experiencia e sem chance. Sério. Depois de 4 horas QUATRO horas de treinamento - isso que ainda nem fomos contratadas - tivemos que simular a venda dos produtos na frente da coordenadora e tudo mais. Imagina a cor da bandeira GLS que eu tava la na frente.
Acabou que eu to surtando até agora e vou continuar assim até receber uma ligação.

Não quero trampar, não sirvo pra trampar. Pronto falei.
Vou jogar poker.

Ai papai




terça-feira, 26 de maio de 2009

Diva

ORELHA

Um texto de Fernanda Young

[...]

E não quero mais o que não posso ter. Assim estamos livres para sermos um. Só isso. Comuns são os casais. Nós não somos nada. O problema é que quero muitas coisas simples. Então pareço exigente. Não posso fazer nada. Então choro, oro, te esporro com mil xingamentos. Você pode se divertir, você pode ter pena de mim.

Não queridinho, não irei me matar feito uma discípula cega de uma religião apocalíptica. Vou assumir o meu ódio, vou rir do meu ódio. Vou sobreviver ao meu ódio. Mesmo sabendo que estou razoavelmente sã e humanamente perdoada. Cuspo na cara de quem finge não me ver. E não quero mais me explicar.

Vamos...Vamos logo subir essa escada que leva o amor ao último andar. Sobe pelo corpo o tremor do castelo que desmorona. Então vamos. Segura firme no corrimão. Respire fundo. Subir tão alto dá vertigem e olhar para trás deixaria-nos cegos. Os erros são medusas intransigentes. Arrancam as nossas lembranças boas e tatuam os desaforos e mágoas. Por isso marche. Sinta o meu perfume enquanto o tempo sopra esse bafo de mudança. 

[...]

A quadrilha dos desafortunados só começa quando um poeta recita um adeus. No final, devo pedir perdão por tê-lo tocado. Pode partir. Lembre-se ou esqueça-se de mim. Coração quebrado tem cura. A paz de não precisar mais aguardar a perfeição que não existe. Quero somente amortecer os erros e mudar de idéia. Quem sabe o por quê do que?

[...]


Eu preciso tentar explicar o porque de gostar tanto dela?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Propagandas FAKES - CRÍTICA

Alinne Moraes em propaganda pra ATROVERAN:
Linda e glamourosa em uma loja de roupas - ao que parece. Linda e sorridente em uma loja de roupas. A atendente/vendedora/sugadora chega na atriz e pergunta se ela quer alguma coisa. Alinne Moraes linda e sorridente, mais uma vez, pede um copo d´água. A atendende, muito solicita pergunta "com gelo ou sem?". Alinne Moraes LINDA E SORRIDENTE (só pra ser enfática) responde "tanto faz, é só pra tomar ATROVERAN mesmo". 
Peraí. De boa, em primeiro lugar, quem sai de casa por opção quando tá com cólica? Em segundo - e mais perturbador ainda - quem sai de casa pra comprar LINDA E SORRIDENTE roupas quando tá com cólica? Quem fica solicitando em lojas de roupas LINDA E SORRIDENTE águinha pra tomar remédio pra cólica com um sorriso estonteante - daqueles de que a gente só dá quando tá putamente feliz porque encontrou o homem da nossa vida (daquela semana)?
De verdade, essas propagandas de margarina, absorvente, chocolate, remédio pra cólica etc. me deixam puta. 
Não são nem um pingo verossímeis. Quando a gente tá pingando sangue pelas pernas com uma min fralda pra conter o fluxo entre as pernas ninguém tá feliz. Sem contar que a gente tá inxada e não dá pra sair por aí comprando roupas, uma vez que a gente vai estar, no mínimo, um número no manequim maior. Sendo assim, a gente vai se deprimir e sair chorando sangue por aí. É uma bola de neve! 
Mas parece que os publicitários que idealizam essas campanhas não tem ciência disso. Ou são homens. Bárbara, uma vez que você é uma mulherzinha que escorre sangue, tem colica e dores emocionias uma vez por mês, por favor, não me decepcione.


segunda-feira, 18 de maio de 2009

Do you, or do you not know about the bird?

Esse foi um domingo produtivo. Embora metade do tempo tenha dormido/comido e passado veja 4 em 1 na casa tive a oportunidade rara de rever Tarzan
e o melhor episódio de Family Guy. É sério, é quase que um ritual assistir Family Guy aqui em casa. É sempre nossa primeira opção. SEMPRE. Nunca tem nada mais importante que Family Guy na nossa república. Vestibular? Prova? Trabalho que vale a nota toda do bimestre? Comer? Não obrigado, está passando Family Guy.
Voltando pro melhor episódio: O da volta de Jesus Cristo. Pra mim ele é apenas o coadjuvante dessa relíquia da 7ª temporada (Episódio 2), quando o Peter começa a ouvir a música Surfin' Bird do The Trashmen. É SENSACIONAL. A dancinha dele, todo rolicinho balançando a bundinha e os braços que nem o Coisinha de Jesus e depois que nem o Jonnhy Bravo. É genial. Eu juro que não consigo pensar numa música mais envolvente e dançante. Vou lançar a idéia pro meu - futuro - marido de ser nossa love theme.Veja aqui
Tive que compartilhar, não curto ser feliz sozinha.

Acho que estou me divertindo muito fácil por esses dias. Não pode ser bom.

Aliás, o link dos jogos: www.google.com





Zuei.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

MADNESS? THIS IS TPM!!!

Só nós mulheres sabemos que aquele mesmo sangue que escorre das pernas é responsável tanto por nosso comportamento violento quanto pelo comportamento muito violento. Antes da semana abençoada, só Deus sabe quantas marcas a mais de espinhas - lê-se crateras - surgem no meu rosto, e como desesperadamente precisamos de algo para extravasar. Nada que a Claudinha Leite possa ajudar, evidentemente. De onde ela tirou que liberar e jogar tudo pro ar balançando retardamente os braços deixando em evidência a pelanca faz você se sentir melhor?
Descobri recentemente (ontem) que o [adult swim] - desenhos adultos (NOT) que passavam no Cartoon Network na madruga - possui seus próprios jogos e digo mais caras amigas: muito nice. Incluem "Five Minutes To Kill (Yourself)" que você trabalha num escritório e fica puto e tem que se matar em 5 minutos. É tão agradável meter o grampeador na cabeça, e pedir pra te baterem se vestindo de Piñata e se eletrocutar, mas não pense você que é facil fazer tudo isso em 5 minutos. Mas ta aí uma boa idéia pros suicidas, joguem e descubram idéias sensacionais pra se matar.
Tem também um que você é uma prostituta e tem que matar prostitutas zumbis e ainda assim dar tapinhas na bundinha pra atrair uns taradões de sobretudo pra dar - :O - pra eles no trailer, WEE! Mas meu preferido de verdade é o "Viva Caligula" que você encarna um romano very crazy que sai matando todo mundo e digo mais: tem a sua disposição serial killer um teclado inteirinho de armas pra coletar e seus berros à la 300 MADNESS? THIS IS TPM!!!!! te dão pontos. Isso amigas! GRITEM E GANHEM COM ISSO! É quase uma D.R. que você ganha gritando coisas sem sentido, como na vida real, só que isso te atribui um especial pra insanamente destroçar romanos inofensivos. Quão maneirasso?!?
É diversão saudável que não acaba mais. Assim deixamos de lado aquelas TPMs chatas ouvindo música fossa tomando vinho. Não dá pra viver com TPM fossa. NÃO DÁ.

domingo, 10 de maio de 2009

NÃO SEI

Eu quero muito, muito escrever mas não acho nada pra escrever. Nada que não seja reclamação, declaração de amor ou tortura suicida. Ai que tragédia. Eu to em casa e comi agnolini (google it), coisa que não comia há muito tempo. Ontem a gente entregou nossa primeira reportagem com uma fonte oficial, e eu confesso que foi deveras feliz pra mim conseguir essa entrevista. Afinal, eu pensei que nós não conseguiríamos. O tio Ric disse que eu saí com um sorriso imenso no rosto no final da entrevsta - eu não conseguia me conter. Eu fiquei feliz mesmo, mas ninguém quis ouvir minha história, nem meu pai. Nem meu pai que pergunta diariamente "o que eu fiz na aula hoje". Ele não quis me ouvir. Ele nem perguntou de novo, e eu sabia que ele não estava ouvindo quando eu parei a história pela metade na fila do restaurante.
Eu quero sair daqui e ler, ler, ler e ler até acabar com aquela história chata pra começar o livro seguinte, mas eu tenho preguiça. O livro é muito chatinho e a protagonista só faz reclamar a narrativa inteira. É muito chato quando alguém fica reclamando muito, não é?  Eu acho demasiado chato, mas eu adoro fazer isso. Na verdade, a protagonista não reclama, só; ela choraminga. E choramingo é algo que me deixa possessa. 

quinta-feira, 7 de maio de 2009

blink-182, make me proud!




Meio tenso. Não falei uma única palavra sobre Blink-182 desde que eles voltaram. Óbvio que eu fiquei feliz, inclusive teria ralhado com Jézinha por me mandar uma mensagem 3 da manhã relatando o acontecimento. Acontece que esse é um assunto que me afeta. Não ligo que não gostem, não mesmo, mas pra mim blink sempre foi uma banda verdadeira. Não por eles estarem fazendo algo sério sem intuito de ganhar dinheiro - não sou tão inocente assim - mas por ter toda uma dimensão de amizade envolvida. Amizade não se põe à prova, não se mede e não se trai. Por eles eu continuo menininha imbecil de 13 anos vomitando clichês sobre amor a bandas. Acredito sinceramente que com a desenvoltura sensacional dos 3, voltará com tudo, mas, não vai voltar a ser a banda da minha vida. As vezes eu até penso se eu queria realmente que eles tivessem voltado. Como os Beatles - não que eu goste -, Mamonas Assassinas - adoro - acabaram too soon, mas acabaram no momento certo para serem lembrados com fervor pelos fãs. Eu suplico encarecidamente pra que eles não estraguem a memória extraordinária que tenho deles. Dessa vez não. Quem vai pagar é meu pai. Na pele, só sai a laser.

terça-feira, 5 de maio de 2009

com classe

Faz séculos que eu não saio de casa pensando em causar. Tipo, não causar de subir na mesa e dar em cima do palco. Mas, tipo, causar de sair e beber. Beber antes de sair. Eu tenho um puta medo de causar depois que eu fodi meu fígado misturando vodka de três reais com cerveja de 8 reais: não rola mistura de classes sociais. O fígado não aceita e você vomita amarelo no outro dia. Ou seja, você está vomitando o fígado, fora de brincadeira: o fígado. E quando o fígado vai, não é só a dignidade que vai junto, é a falta de confiança em causar com classe. De beber, ficar no brilho – eu disse classe.

domingo, 3 de maio de 2009

Carta pra alguém bem longe

"O que eu fiz em uma semana? Morri. Morri de verdade. Morri pra vida e isso não é redundante. Eu quase não senti falta de nada. Descobri que hipocondria é uma doença – e isso também não é redundante. Sábado passado eu conheci os amigos do vizinho do 13º andar. Bêbada de um pub irlandês do lado de casa. “Te quero gata”. Deus salve a falta de dinheiro que não permite que a gente gaste mais do que tem em Heinekens. Ou não, nem sempre é assim. Se eu tivesse bebido mais três mili-goles de cevada eu provavelmente estaria sem útero e sem faringe (sempre isolam a faringe). Domingo eu morri e adquiri óculos: de grau. O computador me deixa cega e meu olho coça: de verdade (e uma pitada de hipocondria). Ler no escuro me faz cega, mas ainda não tenho coragem de sair com armações vermelhas na cara, digo, rosto – face, talhada em mármore. Ou pedra sabão. Pressenti a doença iminente no domingo e me abasteci de tylenol: o remédio que sempre, sempre me fez mais feliz. Mas o pobre coitado não foi suficiente e eu passei dois dias de cama. Afinal, finalmente eu tenho uma cama e eu suspeito que ela seja grande demais e por isso que eu não tenho dormido bem. Nem com tylenols. Não, eu não venho me dopando pra dormir – isso não adianta. Passei uma semana com dor de cabeça que não vai embora. Segundo minha mãe eu sempre fui assim, mas eu receio que não. Eu acho que é dor de amor e eu já disse isso à você. Na quarta eu fiquei feliz, quase sorri. Comprei abacate verde a fim de fazer guacamole. Comprei bolo de chocolate: de ‘negrinho’. Você não faz idéia do quanto é bom dizer ‘negrinho’. Nos últimos dias eu tenho tido vontade de voltar a pé pra casa e depois de três minutos voltar correndo pra minha casa. Na verdade, neste ano, eu tenho sentido que ele (o ano) não existe de fato. Acho que é por causa do nove. Prefiro o oito. O ano novo já faz tanto tempo e o Natal já é daqui a pouco. No meio do ano a gente quase nunca sabe pra que lado contar. Eu tenho preferido contar pra frente e feriados nunca foram tão angustiantes. Quando eu vou ver você de novo? Na quarta meu sorriso foi iminente, me atrasei pra aula,por você, mas eu desejei estar nela: era Fotografia. Já disse que é minha nova paixão? Meu novo quase amor? Eu amo fotografia, agora. Mas fotografar, revelar e ampliar. Você não tem idéia do quanto me fez feliz tropeçar no escuro, na luz vermelha. Nas pessoas, nas paredes. Felizmente eu não tropecei nos químicos, eles estavam seguros. Eu fiz só uma ampliação de foto, que nem era minha. Mas me feliz, de verdade. Agora eu quero sair fotografando com máquinas de filme em preto e branco. Só pra voltar no laboratório, ouvir jazz e ficar tropeçando nas coisas enquanto eu conto “um minuto e meio, trinta segundos e dois minutos”. Eu escrevo os números por não gostar deles em algarismos. Se eu posso escrever, quero escrevê-los também. E você que não aparece? Tenho tantas novidades da minha semana ermitona. Na quinta feira eu tive uma intoxicação alimentar, que perdura até hoje. Suei frio na madrugada – sozinha. Quase vomitei no carpete, mas eu estava sã o suficiente pra saber que meu apartamento ficaria inabitável até para mim. Eu tenho lido muito, de novo. Li um livro pra pessoas de treze anos, muito bom e acalentador em menos tempo que eu leria antes do domingo passado. Você percebe que eu sumi, não é? Mas eu tenho pensado em você cada segundo daquele livro e de meus passos. Tudo bem, eu não tenho andado muito. Mas eu sonhei com você várias vezes."