sábado, 30 de agosto de 2008

Na fossa.

A vida te surpreende de modos tão toscos que além de você dificilmente acreditar nas coisas que te acontecem, tem vontade de pegar uma bazuca e sair fazendo paçoca humana. Não sei se é só comigo, mas bem, não citarei nomes, nem fatos, mas tenho certeza que tem muita gente que sabe do que eu to falando. Tudo bem, tudo bem, sem exageros e sem fazer a Maria do Bairro, são apenas palavras de desabafo, não me levem a sério.
Eu conheço muita gente (MUITA!) que me irrita MUITO, PUTA MERDA, e não, eu não sou uma pessoa que antipatiza com facilidade, muito pelo contrário, meu pai sempre me ensinou que as pessoas são boas até que se prove o contrário. Infelizmente muitas delas estão provando que o contrário existe em maior quantidade. Não me surpreende (mais).
Cidade pequena é um inferno, se sua cidade com 200,000 habitantes ja te enerva, imagine uma de 9,000. É triste mesmo, as mesmas pessoas, mesmas coisas, se num certo momento não tem nada motivador que te prenda aqui, pegue na sua mão e fale: Confie no seu taco, é questão de semanas pra você ficar mais loco que a Shirra. Acredite, se visse minhas olheiras não poderia concordar mais comigo. Não estou sendo muito especifica né, possivelmente 10% dos nossos 3 leitores assíduos se indentificarão, quanto ao resto: beijos, continuem sendo felizes.
Acho que o estopim pra meu ataque epilético de nervos é culpa da escassez de chocolate parcialmente hidrogenado no sangue. Eu supero. E o Enem amanhã; aliás, lá vai uma dica pra se dar bem na redação: priorize os pobres (eu posso falar isso?), a educação e a leitura, eles adoram gente engajada, mesmo que não te interesse pegar dos ricos para dar aos pobres, finge que curte uma boa ação.

Eu ouviria Amy, ou Paolo (pra combinar com a fossa ne), mas o Andrew continua me consolando, mesmo depois de tantos meses ignorando a existencia dele na biblioteca do win. media player:

Give me something to believe in
A breath from the breathing
So write it down and don't think that I'll close my eyes
'Coz lately I'm not dreamin'
So what's the point in sleeping?
It's just that at night
I've got no where to hide
So I'll write you a lullaby

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Coizaz

Olha só, desde que eu tranquei meu lindo curso de Jornalismo eu não faço nada. Tipo, eu faço muitas coisas, tais como ler livros chatos, ler coisas legais, ler coisas chatas, ler jornal, vomitar no sábado demanhã depois de ter acabado com a dignidade que ainda tenho, tenho aprendido a mexer no photoshop (ihul) sem muitos progressos, tirei minha carteira de motorista (chupessamanga bee), chorei, ri litros, afaguei Beatriz muitas vezes, não liguei pra Bá ainda, mal falei com a Bá, encomodei minha mãe, mal vi meu papai, fiquei de TPM pelo menos umas duas vezes desde então, descobri que Michael Bublé virá ao Brasil (SIM DEUS DO JAZZ CANADENSE), descobri que terei de fazer um novo vestibular, comi mais que o normal, comecei 10 dietas e não acabei nenhuma, olhei muitos desenhos animados, não olhei muitos filmes, olhei muito That 70's show, assisti Mr. Meaty e achei MAAAAAAARA, escutei diversas vezes Brit Spears, ri muitas vezes da desgraça alheia, olhei fotos antigas e tirei fotos da minha família (ou será que não) feliz. Eu fiz muitas coisas, afinal, agora que eu parei pra contar, mas, eu não comecei nada CONCRETO pq eu não vou poder terminar. Que bosta.
MAS EU TO FELIZ
Eu fugi totalmente da proposta que eu tinha em mente na minha mente que escuta Flogging Molly mas eu acho válido.
sei la bjs

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Miss Califórnia.

Eu nunca toquei piano nem fui pra Califórnia, mas se me perguntarem as 5 coisas que mais me triscam (fora Ulliel, Cielo e Hirsch), tenho o imenso prazer de falar de boca cheia que é um homem sentado na frente de um piano cantando e mencionando minha dourada Califórnia. Sou facilmente manipulada pela mídia mesmo. E adoro. E creio que não seja só a mim que essa situação agrade.
É por isso que novela faz tanto sucesso, nada melhor que um elenco de 30 vagabundos tendo 5 minutos de aula complementando perfeitamente o pensamento do professor, até bater o sinal, tomar um sorvetinho no parque enquanto bola um plano malévolo, acordar de maquiagem, e fazer um sexinho matinal (sem escovar os dentes, GROSS) percebeu que ninguém trabalha nesses programas? O dinheiro simplesmente sai do cu (Robin). É bom pensar que tem algo bonito, prosperante sem esforço nenhum e que esteja tão próximo.

E gosto de pensar que um dia, quando eu ficar bem rica (finge), vou estar sentada numa rede na minha summer house na West Coast, tomando uma margarita, enquanto ouço o melhor do piano rock californiano.
São essas utopias ridículas que ainda te fazem levantar a bunda da cama e fazer alguma coisa.
Não consigo concluir minha idéia direito, acho que vou começar a poupar o blog dos meus assuntos sem desfecho, e comprar um caderno.
Queria bota um foto do Ulliel pra da mais ibope,mas não vai rolar.
Tá.

domingo, 17 de agosto de 2008

It's sooooo pathetic


Quando nós amamos somos patéticos. Alguém (ousa) discordar? Acredito que não; calem-se para sempre a partir de agora. Começando pelo óbvio: quando a gente ama, mas ama mesmo, ama até mesmo um desconhecido ou um über conhecido que nunca deu pitaco pra você, ou ama um carinha (ou uma carinha, WHO KNOWS) que você conheceu beudona dançando a dança do créu na festinha da sua irmã de 8 anos você simplesmente ama. Fato consolidado, não importa como se ama, o que importa é a intensidade, que vai definir o quanto isso vai durar. Na verdade, isso é só um dos fatores, porém, muito influente na relação AMAR. Nós somos patéticos. Em qualquer situação de AMAR. Amar é diferente de paixão? Não, paixão é um estágio fulgaz do amor. E não discorde de mim. Paixão é o apogeu do amor, é intrínseco a esse, não é um capítulo a parte. Não mesmo. Vejamos se vocês entenderam: a tal da paixão é um negócio que dá o estopim do amor, é o vermelho do coração, entende? É o primeiro olhar (mesmo que bêbado), é o olhar 43 (ou 51, adoro piadas toscas); é o Love at First Sight. Nessa situação, por exemplo, conhecendo ou não conhecendo a vítima que, na sua cabeça, esta pronta para ir para o abatedouro, você vai ficar lá, em público ou não, de calcinhas ou não, bêbada ou não, fazendo a dança do acasalamento, explícita ou não, até que o dito cujo venha ao seu encontro. Acertei? Claro que acertei. É patético não é? Ficar se refestelando pra alguém até que ele diga OI ou pegue na sua cintura e diga algo sexy demais para ser revelado aqui (ou será que não) e te leve pro meio da pista de abate. Toda essa história só porque você ta apaixonada pela pessoa. Isso tudo só depois de um oi. No outro dia, ou no mesmo dia, dependendo da hora, você vai chegar na sua BF e dizer que está apaixonada. E VOCÊ ESTÁ. Mas você não está CEGA de amor, você está cega de querer estar apaixonada. Aí você atira para todos os lados (não que isso signifique que você rode a bolsa na esquina), mas você tenta se convencer de que está apaixonada. E que quer mais. Só; é patético, mas todo mundo é patético. Seja patético por não se entregar de corpo e alma e dizer todo o final de semana "bee to apaixonada", ou seja patético por ficar dizendo a cada final de semana que está apaixonada.


Eu sou patética.

Levemente baseado em fatos reais. LEVEMENTE.

Mas acredito que não fui clara; vou trabalhar melhor na idéia.

Achei a mensagem válida. No melhor do tiopes: 'fikdik'

sábado, 16 de agosto de 2008

É Gold!

Essa vida não-bandida que tenho levado logo depois das férias de julho ta acabando comigo. Na boa, ninguém merece fica trancafiado dentro de casa mofando. Pra ter uma breve noção da situação que a minha pessoa se encontra, ao abrir as cortinas e entrar em contato com luz solar meus olhos quase inexistentes lacrimejam loucamente - estou literalmente virando uma criatura das trevas. E isso me influenciou a acompanhar a natação. (fim)


(observe que na foto não é ouro,mas finge)
César Cielo (pare de ser lindo,PARE!), acabou de extravasar, chorando galões durante a premiação - bom motivo pro meu pai fazer chacota, chamando de meninão criado por avó, bichona, mas Cé, não se abale, eu te entendo, até dei meu ombro telepáticamente pra você encostar a cabecinha e chorar, inclusive queria aproveitar a oportunidade pra dizer que estou solteira de braços abertos pra ti, me liga - , quando tocou o hino. Sério, já ovulei, já ta tudo certo, mas eu to emocionada pra caralho aqui, inclusive estão dando um tchu-tchu nele, nesse momento. Imagina cara, você competindo pelo seu país e dar um tapa mexicano A La Paola Bratcho da desonra nos demais deve ser O must! Way to go Cesinha, afagos por trás.
É até meio estranho estar tanto tempo sem ganhar nada, nós brasileiros sempre fomos acostumados a sermos exemplos inalcansáveis de atletas esforçados, aquele tão falado jeitinho brasileiro pra tudo. E é isso que está realmente nos incomodando. Nota-se claramente, que o Brasil não está dando 1% do que pode. Isso dói muito,saber do potencial e disperdiçá-lo, na minha opinião o maior pecado de todos. Não estou entendendo o motivo da falta de vontade de nossos conterraneos. Quase chorei quando assisti handbol feminino contra a Rússia. Eu esperneava, gritava, xingava. A única que tava jogando bem era a goleira Xana, (por favor sem piadinhas infames, este é um blog de respeito, contenham-se) que foi substituida (por nenhuma razão evidente) no segundo tempo, num ato de muita inteligencia do treinador, e para a felicidade da nação,a goleira que a substituiu, tomou dois gols de cara, torceu o pé, tomou mais 78 e decidiu que não tava legal pra jogar. Lindo isso né.Ideal, ainda mais pra um time que não está em posição de ficar dançando psy no meio da quadra.
Ignorando a série de decepções proporcinadas pela Olimpíada essa semana, estou satisfeitíssima com o nosso ouro.
Brindarei com fritura a isso.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Oi

Ao som de Sensual Seduction, do mestre do pop rap (risos) Snopp Dogg (feio de doer) eu confesso que, diversas vezes, eu agradeço por estar longe daqui uns 20 dias. Ou não agradeço - não nesses termos -, mas me sinto aliviada (muito) por limpar os armários de cadernos (desde a creche. Eu vou pra creche - que palavra feia - desde os três meses) e re-descobrir coisas como:
"Eu vou fazer oito anos, mas ainda tenho 7" - Matemática aguçada desde os primórdios
-> eu lembro que na terceira série eu tremia ao saber que teria trabalhos sobre 'contas de dividir'; eu não sabia fazer, não sei até hoje.
E coisas como:
"O que vocês já sabem sobre o pólo norte? Nós sabemos que no pólo norte tem gelo e neve. No pólo norte é frio, porque tem gelo e neve. No pólo norte tem tempestades de neve. É gelado"
Sagáz demais né?

Hoje, juntamente com mamãe linda e fofa, joguei mais de 13 kgs - não to brincando - de papel, cadernos, provas, livros, diários pré adolescentes. É MUITA coisa. Tenho maior dó do mundo de me desfazer das coisas mesmo sabendo que NUNCA mais vou pegar nelas, mesmo sabendo que eu não me importo com elas enquanto elas estão lá, guardadas. Mas quando elas vão embora é como se a história fosse apagada, só porque os cadernos de matemática da 1ªB foram embora. Só pq as milhões de agendas dos quatro colégios que eu estudei agora são lixo. Antes eram nostalgia. Não dói em vocês? Juntar lembranças e transformar em papel reciclado?

Mas eu não me sinto aliviada por jogar fora meus cadernos lindos, eu me sinto aliviada porque eu posso dar a desculpa que eu vou embora. Pra qualquer situação. Que eu não vou enumerar. Não quero me expor.
Afinal, Sensual Seduction já acabou e eu já contei minha história.

(pelo menos no blog a gente não acumula papel)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Eu peço desculpas ou não? Bom, não sei as regras, mas eu jogo pedindo desculpas pelo meu comportamento: não quero assustar ninguém e muito menos ser uma agressora da moral alheia. Não quero, eu não nasci pra isso desculpem. Desculpem, de novo, mas eu não sou constante. Tomo decisões, mas minha pessoa, aquela a qual vocês chamam por Jéssica não permanece igual. Eu sei o que quero, sei a que ponto chegar, mas eu, às vezes, não consigo me manter na rota – eu não sei seguir mapas. Não sei re-delinear meus traços por cima de outros, não sei dizer aonde quero ir, mas eu quero chegar lá. Sozinha, ou não. Sozinha eu acredito que não. Eu to sozinha e não cheguei a lugar nenhum. Joguei minhas fixas, apostei a dignidade e todo meu coração. Metade dele voltou. A outra metade se perdeu. Não é dor de amor, eu juro que não, é a dor da perda. A perda que demora a se perder. A dor de quem quer ir e não consegue deixar, é isso que dói e me deixa no meio do caminho: sem ação, inerte, sem destino. Mas eu dizia que não sou constante porque não consigo bitolar meu humor. Ele varia, mas o sorriso irônico permanece pintado na minha face – sorriso é uma coisa que não vai embora. Eu tenho a maior alegria do mundo. Eu tenho nós na minha garganta de não chorar, eu tenho a barreira do riso, ali, estancando as lágrimas. Eu tenho a melhor amiga que eu pedi a sabe-se lá quem, e eu rio dela, eu rio de nós. Eu sou feliz pelo que já fiz, não sei se pelo que eu estou fazendo agora. To perdida entre diversas fronteiras. Nunca fui boa com as contas, mas agora, não me ajudem, por que eu to perdida; eu definitivamente não tenho mais capacidade de contar as pequenas coisas. Eu tenho tudo que quero, eu tenho tudo que quero apalpar, tudo que qualquer um gostaria. Só não tenho que não posso tocar, o que me faz bem de verdade. É irônico ser feliz com o abstrato? Pelamordeus as pessoas são felizes com o que nem sabem que são, eu sorrio e nem sei porque, às vezes nem tem graça; eu choro e finjo não saber o porque: não tem tristeza. Eu juro, só quero ter o que não permanece, quero ser egoísta e juntar tudo numa caixinha. E abrir quando tiver ido pra longe.
Espero que não entendam.
Me desculpem a morbidez, a falta de acertos ortográficos, a falta de coerência e a falta de entendimento, eu só quero que leiam. Poxa vida, é o que eu sei melhor de fazer, escrever. Me desculpem.

Espere, eles não te amam como eu te amo/Está feito/Não me abandone/Seu tipo é meu tipo/Eu vou permancer a mesma/Faça as malas/Espere/Eles não te amam como eu te amo

sábado, 9 de agosto de 2008

Fucking Useless.

A coisa que mais me enerva em estar TPM, é saber que está TPM e não fazer nada quanto a isso. Eu podia muito bem tomar uma caixa de Lexotan e acordar só na terça de tarde, mãs, não to no humor. É o terceiro final de semana que fico enclausurada dentro de casa, sem ânimo pra nada, nem pra comer (OHHHHH!). E o mais tosco de tudo, de tudo mesmo, é que faz uma hora que eu to com a bexiga cheia e não tenho forças pra mover minha bunda flácida da cadeira. Mas tudo bem, nesse meio tempo eu posso fazer algo útil pra humanidade, pelo menos para os estudantes (homens) de Enfermagem que tem que aguentar as 98 garotas da sala, cada uma tpm numa semana.
Duas dicas:

Primeiro: Nunca pergunte pra uma mulher em TPM o que ela tem. Pode desencadear alguns minutos de silêncio, olhares repreensores seguidos por choro inconsolável.
Segundo: Se a mulher for facialmente comprometida, não fique com ela. Sério. Mulheres on the
period tendem a amar muito facilmente. É algo tão desagradável, acho que TPM só existe pórque sabemos que daqui uma semana o sangue vai jorrar, e estar 24 horas por dia com o fluxo intenso pensando incessantemente se SUJO MINHA CALÇA, não é legal.

Estou a 5 meses do meu desemprego-não-estrutural, e não consigo mover meu cérebro. Literatura me encanta, mas quando me apressam eu juro que perco o chão. Não consigo pensar como vai ser se eu perder um ano da minha vida fazendo cursinho (sem indirets Jézinha, tu ja passo campeã).Tá,enough.

Hoje, aliás, lembrei porque blink foi e sempre será a banda da minha vida.



There's so much more that I wanted and
There's so much more that I needed and
Time keeps moving on and on and on
Soon we'll all be gone

Let's take some time to talk this over
You're out of line and rarely sober
We can't depend on your excuses
Cause in the end it's fucking useless

You can only lean on me for so long
Bring your ship about to watch a friend drown
Stood over the ledge
Begged you to come down
You can only lean on me for so long

I remember shots, without a chaser
absent minds thoughts, now you're a stranger
Cover up the scars
Put on your game face
Left you in a bar
To try and save face

You can only lean on me for so long
Bring your ship about to watch a friend drown
Stood over the ledge
Begged you come down
You can only lean on me for so long

So sorry it's over
So sorry it's over

There's so much more that I wanted and
There's so much more that I needed and
Time keeps moving on and on and on
Soon we'll all be gone

Man on a mission
Can't say I miss him around
Insider information
Hand in your resignation
Loss of a good friend
Best of intentions I found
Tight lipped procrastination
Yeah later
See you around

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sagarana, vai toma no cu.

Depois de ficar uma semana inteira abandonada ao relento por meus progenitores, decidi dar um rumo na minha vida, e descobri que nem sempre é bom ter a mãe ao lado mandando tomar banho. Ou estudar. E sei lá por qual motivo tenho feito isso muito ultimamente, meu cérebro ta doendo, se é que existe uma manifestação tão cruel a nível de corpo como essa. Eu não decidi ainda se é a minha lombalgia ou a pressão nas minhas órbitas que me impede de viver e agir como uma pessoa normal. Estamos podres Jé. Mas não se deixem enganar pelos últimos posts, Jézinha e eu estamos padecendo das dores do pré-vestibular.
Eu me sinto tão broxada, que nem mesmo na sinuquinha básica de segunda depois da aula eu consegui fazer valer o resto do meu animo que nunca existiu. Minha mão tava mais mole que alface e meu estrabismo me impediu de acertar uma só bola em 1 hora de jogo. Não satisfeita em perder uma vez,perdi 3! TRÊS A ZERO. Tomei umas porradas na cabeça da minha parceira, até que relutantes desistimos, e me arrastei até minha aula de inglês.
No banho agora pouco eu desenvolvi uma teoria extremamente válida sobre livros de vestibular, só que eu acabei esquecendo - mas o título é um breve resumo das minhas conclusões - e to a alguns minutos enrolando aqui pra ver se baixa um santo e eu me lembro (vou começar a levar um gravador comigo no banho), mas, não ta funcionando evidentemente,então pouparei o preciosíssimo tempo de vocês e retirar-me-ei aos meus aposentos, deitar o cabelo.
Os bóia-frias tem dó do horário que eu acordo.

domingo, 3 de agosto de 2008

q

Ok, de antemão, eu to assaz irritada e com um humor-negro quase azul, quase podre de tão obscuro - sintam medo hehe. Brinks, não to tão agressiva. Provavelmente isso se explicará nos próximos dois dias - a história do sangue entre as pernas e tudo mais - então eu procuro não me estressar mais devido ao estress. Hoje é domingo, daqui a pouco é segunda, e provavelmente até quarta-feira eu sentirei os efeitos da Marguerita: fui traída. Desde sexta-feira, meu estômago/fígado (ou seja lá o que) está tipassim, fungado, dado por morto, mofado, inoperante, borbulhante. To ácida. Depois de misturar Marguerita, Caipirinha e Cerveja eu chego a conclusão de que, na hora, É MUITO bom; man, tu se sente nas nuvens - pra falar a verdade, tu nem sente nada - mas depois, benzadeus mano, BENZADEUS, por favor, sai tudo pra fora. TUDO, ou nada, caso tu tenhas comido dois pães de queijo às cinco da tarde. Deve ser por isso que eu vomitei mais de dez vezes no sábado e deve ser por isso, também, que eu continuo semi-morta e semi-enjuada e tudo mais. E ácida.
Depois de chegar em casa tentando não dar suspeitas de que estava MUCHO loca, ainda, às 5 e meia da manhã, você encontra papai e mamãe olhando televisão e bom, não há como fugir: no sábado demanhã mamãe entrará no seu quarto e te acusará "BEBEU TOOOOOODAS ONTEM " - e nem teve tom repressor. Só disse que era feio e que não queria alcoólatras na família. Como se tivessem alcoólatras na família. Minha mãe é fabulosa. Fabulosa.
Agora preciso tratar do estômago, ler Sagarana (e mais 189 livros que eu deveria ter lido durante todo o ensino médio), assistir filmes cults, emagrecer 71 kgs, fazer uma nova escova progressiva, parar de beber destilados e arrumar as malas, em um mês. Aí piorará e então, daqui a 5 meses, melhorará. Eu espero.
Eu falei que tava deprimida.
Preciso de afagos :(