sábado, 27 de dezembro de 2008

Será.

Eu fiquei  agora, sozinha, perguntando a mim mesma (como eu sempre faço) se alguém, alguém entre bilhões já sentiu o que eu to sentindo agora. Será que alguém já conheceu um outro alguém que morava a 1000 km de distância no dia que o show da banda preferida não ocorreu? Será que nós somos únicas?

Será que mais alguém no mundo já teve a sensação de que tudo não estava dentro dos conformes dos seus sonhos e de uma hora pra outra o destino veio e pôs tudo em seus parâmetros? É só comigo?

Alguém mais já comprou uma passagem de avião pra um lugar que nunca imaginaria estudar -  e que isso irá ocorrer nos próximos dois meses? Há um ano eu não imaginava nem metade. Será que mais alguém sai da estabilidade da sua vida – monótona, tudo bem – pra ir viver com quem sempre quis? E que, da mesma forma, há quatro anos, não imaginava nada. Nem um pouco: nem um nada. Viver na cidade grande que sempre quis (e por certo tempo, tanto reprimiu)?

Será que eu sou a única que até agora odiou grande parte, mas sente que tudo vai ficar bem? Que você vai ter o que é seu de verdade – de direito de alma? Será que eu sou a única que se emociona, com todo o coração, sobre tudo isso? Tudo isso gigantesco que só eu e ela sabemos que tem tamanha grandeza?

Eu acredito que é só isso que faltava pra nós duas. Um afago na varanda, por uns cinco anos (no mínimo).

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

"and i hate, hate, hate your guts"

Porque todo mundo fica doido no Natal? E nos seus dias antecessores e posteriores – até o final do verão? Eu falo sério. É uma correria doida pra achar o Peru mais gordo da geladeira, as frutas cristalizados em melhor estado de liquidação e os melhores presentes. Vocês já foram ao shopping no dia 23 de dezembro a fim de achar algo porque você não teve tempo de fazer isso nos trezentos dias anteriores? Não há nada a não ser pais loucos comprando presentes doidos que os filhos só aproveitarão até o ano novo (uma semana é tempo demais?). Existem, também, os filhos doidos nas lojas da classe-média espalhando “roupas de mãe” por toda a bancada, desarrumando tudo, jogando tudo pros ares – e odiando tudo. Entrando na fila E (veja bem o sinal de adição não-combinativa no período) procurando roupas nas pilhas e pilhas e pilhas e pilhas (etc) de roupas para que não levem tempo demais nesse serviço. As filas quilométricas. Eu juro que fico com medo, eu presenciei tudo isso. Nas outras lojas não havia roupas. Sabe o que é encontrar araras de roupas vazias? Que decepção não poder olhar nada – que alívio não poder comprar nada. As pessoas ficam doidas no Natal? Doidas de pedra (heroína, álcool, LSD, ...). Porque elas não se importam em agradar e abraçar os familiares e amigos lindos e cheirosos em todo o resto do ano, ou seja, antes do dia 25? Porque só no Natal? E aquelas coisa de ir em casas de amigos dos pais enquanto você não pode sair e beber loucamente na praia com seus amigos doidos (finge). Bom eu falo por mim, mas Natal é uma data sacra, a qual eu respeito com todo meu pudor e espiritualidade, porém, eu acho que ela é totalmente desvirtuada e só faz deixar as pessoas doidas caçando presentes e perus gordos nas geladeiras. Ficar desejando feliz natal espirituosamente pra todo mundo e ligar pros parentes e amigos distantes. Será que o natal se tornou apenas uma data pra nos lembrarmos que podemos comer peru e beber vinho, assim como nos dar um cutucão através dos cartões de crédito para nos lembrarmos que, SIM, temos amigos e que no dia 23 de dezembro sairemos em busca do presente perfeito que eles muito provavelmente o devolvam do dia dois de janeiro porque não gostaram dele? Será que é pra isso que serve o natal? Um lembrete alarmante para nossos esquecimentos. Eu acredito que sim, mas eu prefiro não seguir essa seita. Peru o ano todo, para todos!

"Its Christmas time, again
It s time to be nice to the people you cant stand, all year"
como cantaria o deus MarkfuckingHoppus

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Uma dica gls.

Eu to aqui só pra dar uma dica:

Eu tava lá no mercado comprando caneta preta, folhas a4 e alfajores uruguaios quando eu passei naquela sessão mulherzinha do supermercado – vulgo higiene pessoal –, vi lá aquelas ceras frias da Veet e pensei “porque não? Hehe”. Bom, aí eu fiquei entre umas 5 opções de qualidades de cera fria e uma qualidade que você passa na perna e as coisinhas (me recuso a usar a palavra adequada, acho nojento, já to me expondo demais) derretem depois de um cinco minutos (igual Gilette, porém sem lâmina). No fim, minha mãe tava gritando no caixa dizendo ‘VAMO JÉSSICA VAMO’ e daí eu me senti pressionada e peguei qualquer caixinha (a mais coloridinha). Era a caixinha de PAPAYA. Ai, eu cheguei em casa, comi um alfajor e fui falar com a , enquanto a gente olhava Gossip Girl e babava no DAN (lindo :}). Peguei a caixinha de papaia, esfreguei as cerinhas paralelas por uns 7 minutos e iniciei o processo. OK OK, de início é uma delícia, uma dor suportável e até prazerosa (sadomasoquismo rlz). AÍ, QUANDO EU TAVA NO MEIO DO PROCESSO uma das cerinhas grudou na minha perna. Como seria esperado, eu puxei, como fiz com as demais, todavia,  A CERA FICOU NA MINHA PERNA! Isso soa como um problema? Não, não soaria como um problema se você encontrasse dentro da caixinha um saquinho com ‘óleos removedores de cera’. E, agora, a gente chegou na complicação do enredo, e vocês se perguntam havia de fato o tal saquinho oleoso? Não tinha meus caros. Não tinha. Ledo engano eu pensar que haveria (de praxe) saquinhos dentro da caixinha. Saquinhos milagrosos nesses momentos em que a cera FRIA fica grudada na sua cútis. Todas as caixinhas deveriam vir com óleos removedores, uma vez que todas as outras caixinhas de cera fria que eu comprei vieram com saquinhos de óleo removedor. Nisso, eram 22 horas da noite, eu estava com fome e com 6cmx4cm de cera fria grudada na perna direita. Então, eu fui até o chuveiro, peguei sabonete líquido e passei na perna. NADA, a toalha grudou na minha perna. Tentativa segunda: hidratante corporal. Alguma eficácia? Nula! Hidratante só serve pra quando você não tem removedor de maquiagem e necessita retirar o rímel borrado de três dias e 6 ressacas da sua cara. Sendo assim, com algodão, toalha, hidrantante e sabonete líquido na minha perna eu fui até o Google. No Google você encontra tudo, vocês dizem – EU DISSE O MESMO. E eu achei naquelas questões toscas da Yahoo! (aquele site que as pessoas perguntam se a terra a redonda mesmo, ou é ilusão de ótica dos olhos deles e perguntas toscas e toscas e toscas como essa) alguém com o mesmo questionamento que eu, e ela dizia: “PASSA ALCOOL QUE SAI!”. Eu fui até a lavanderia, louca atrás de álcool (isso é ambíguo) pra passar nas pernas; passei até no cérebro e quem disse que saiu meu deus? Pelamordedeus. Se eu não tivesse a pele demasiada oleosa (im sorry i cant be perfect) é provável que eu tivesse algum tipo de óleo alternativo e tudo, mas eu não tenho. Agora já passa da meia noite, o Internacional está na prorrogação da copa Sul-Americana, eu já comi, e o filme que eu tava olhando já acabou (lindo por sinal) e quando eu penso “OH VOU ME DEITAR E RELAXAR LENDO!” quem diz que eu consigo deitar e relaxar lendo com as panturrilhas grudando, CASPITA?


Re-edição: eu mandei esse email pra Veet. Inspirada por Mark Twain (leiam esse homem, por mim!).

terça-feira, 25 de novembro de 2008

AEAEAE

Agora quando me perguntarem de onde eu sou eu digo que sou gaúcha residente em Santa Catarina ou eu digo que sou do Rio Grande do Sul? Olha, é um negócio que me perturba. Ou é meu bairrismo que fala mais alto - voto pela segunda opção, rs. Afinal, sempre vão me perguntarem "mas o que tu está fazendo em SC menineeeee?" ai eu vou contar a história da minha vida e dizer "sim, SC também é muito legal hehe". A concepção de SC que eu sempre tive foi FÉRIAS AEAEAE! Não existem praias melhores. Todavia, agora, SC ainda será tida como FÉRIAS AEAEAE, mas com outro significado: família (L); ou agora eu direi RS FÉRIAS AEAEAE (tá ficando chata essa repetição, tenho ciência disso) , afinal eu pretendo, sim, ir lá dar uma passada nas praias achocolatadas e gélidas do meu estado, passar uns dias em Gramado, tomar vinho em Bento e visitar usn alemães (ADORO) em Ivoti (ivoti!)  - agora finge que eu fazia tudo isso quando morava no RS. MAAAAAAS o que me dói em deixar no extremo sul é o rock. Lord Ganesh, como eu sinto falta da vida under da região metropolitana e da rua da Praia em Porto Alegre e e e todas aquelas coisas lindas e mal cheirosas que tu só encontra em  Porto Alegre. 
Mas o que me perturba mais é sobre a minha apresentação, acho que eu fico com gaúcha, residente do mundo IUEHEUHUE. Não, não, é brinks, essa coisa de residente do mundo me racha o que eu não tenho.  Porém, o gaúcha é puro bairrismo e nostalgia (e tpm, abafa).


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Festas de fim de ano: Reflexão.


Mais que dançar músicas de travesti e colar o corpo suado em algum indigente, festas de final de ano (incluindo as de formatura, que devem estar nesse momento já sendo planejadas, way to go Terceirões!) podem representar muito mais do que aparentam. São exatamente nessas festas que as pessoas mais tímidas se abrem, que só os mais fortes - não mijam no ralo (isso serve principalmente para as garotas) - sobrevivem. Cerveja a um real, tequila e absinto soltos no meio da galera: quem não bebe vai começar, e quem já bebe provavelmente estará caído em alguma sarjeta a espera de alguma boa alma para acudi-lo. E digo isso porque já presenciei algumas coisas que nem meus já tão oblícuos e cheios de defeitos de caráter óptico olhos puderam crer. Low, low, low e li-li-li-li-li-li-lick me like a lollipop, a tigrada vai se soltando e adivinha: acham que tão abafando.
Quem nunca ficou bêbado e achou que ia ser uma idéia fabulosa subir no balcão tirar a camisa, rodá-la pra cima, fazendo movimentos pélvicos e gritando: "SEGUUUUUUUURA PEÃO", e de quebra exibir o corpinho - não depilado - para as senhoritas presentes. Ou que guria nunca ficou tão alterada a ponto achar lindo dançar que nem subordinada de casa de burlesco, com o dedinho na boquinha até o chão, muito sexy, se não fosse pelo fato de não perceber que tá com 6 quilos de maquiagem borrada, cabelo armado e meio suadinho grudado na testa, com pizza na axila e com espuminha branca no canto da boca mascando o mesmo chiclete de 5 horas atrás. O dia que você decide se abster de álcool uma vez em alguma balada pode achar várias preciosidades como essas. Já fui uma vítima desses efeitos revigorantes da tequila. Uma vez com o veneno correndo pelas veias só espere pelos efeitos "Whatafuck-am-I-doing-man?", já encoxei minha amiga de 1,50 de altura dizendo pra ela dançar comigo - e eu achando que estava de fato dançando - quando estava soltando todos meus 300 quilos em cima dela, babando. Já pedi pro guri mais feio da festa dançar o Créu comigo (eu tenho vergonha dessa história, só pra constar), e ele olhou pra minha cara e saiu fora; a minha pessoa ainda NÃO satisfeita em ter tomado um roundhousekick do guri, ainda fui tirar satisfação, e ele deu. Já bati num rapaz achando que era um amigo meu, TRÊS VEZES, em MENOS DE 3 MINUTOS. Isso não é legal, não mesmo. Mas dizem por aí que quem não bebe, não tem história. Bom, muitos têm sim, mas bebida é provavelmente o meio mais engraçado e mais fácil de ter história, esse negócio de estudar e ser bem sucedido pra ter história é coisa de pobre.
Eu penso nisso as vezes, but whatahell, cerveja é muito bom.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Coluna da Barbarinha.


Eu decidi que agora vou aderir a adorável modinha de comentar temas influentes no mundo teen, porque eu sou teen. Se eu fosse a Folha de São Paulo me chamaria para escrever a coluna do Bernardo, que aliás é bem chatinha, considerando que ele tem pré-18 anos (a lá Malhação cujos colegiais não podem ter menos que 29 anos), sempre parece ter a resposta certa pra questões que naturalmente NÃO TEM RESPOSTA, e o melhor: é apaixonado por uma guria chamada Olívia. Bafões a parte (interna, sorry), Coluna da Barbarinha é muito mais fofo e sonoro e eu e minha bagagem vergonhosa fariamos muito mais sucesso entre a moçada que ainda não decidiu o que fazer da vida. Já que ser vagabundo é c00l. Final do ano já, o cuzinho na mão: eu e mais alguns preparados pra se foder muito nesse vestibular. Como eu já dizia: sempre esperando o pior. A turminha que nasceu em 1991 sabe que é zicada, maldição de algum padre, galinhas pretas depenadas (não entendo a finalidade da galinha ter que ser preta, depenada são todas iguais, macumbeiros ...). Sempre tem um coleguinha ou dois que se saem bem e ganham concursos literários e ganham viagens pra Zâmbia, bem, só há uma resposta: são de 1990. Para ser um pouco mais convincente faremos uma lista de coisas vindas do ENCOXTO que ocorreram com a minha sala: Presenciamos uma súbita mudança no vestibular em Maringá (UEM), que dificultou pelo menos em 60%, porque as respostas agora são de somatória - sim aquele cu que você precisa analisar minunciosamente cada itenzinho se não a questão é anulada. Segundo, nós ligamos para um dos atendentes pra saber se o ENEM do ano passado (o mais fácil da história do Exame Nacional do Ensino Médio) poderia ser feito por alunos do 2º - quando estávamos no 2º, não sei me expressar -, ele nos reprimiu e disse que era melhor não fazer a prova aquele ano. Alguns alunos se aventuraram e fizeram mesmo assim, agora pasmem: O DO ANO PASSADO VALE, OU SEJA, UM BABUÍNO AMESTRADO E UMA ROSQUINHA QUE FIZERAM O ENEM E ACERTARAM 59 AINDA NO SEGUNDO COLEGIAL, SE DERAM BEM EM CIMA DE NÓS QUE SEGUIMOS AS REGRAS. Entendem a minha revolta? Na boa, to quase chorando escrevendo isso. Os planetas alinhados pra nos foder, ainda não satisfeitos em ver tamanha filha da putisse, decidiram que o ano que vem, nosso ano da liberdade enlatada e travestida, o custo para se tirar uma carteira de motorista vai ser o TRIPLO. A menos que meu pai me emancipe em 1 dia não creio que seja possível driblar essa situação. Sei que vontade não falta, mas not today dad, not today. Então fica a dica, você que NÃO É DO ANO DE 91 e está até hoje fazendo 5 anos de cursinho, não desanime, você concorrerá com o ano do fracasso explícito, esse é o seu ano da sorte! Parabéns! Detesto ter que quebrar o tabu de 20 posts muito espirituosos da Jézinha pra fazer essa declaração de aguar os olhos de meus coleguinhas brasilzão afora, mas essa é a realidade. Então assim fica aberta a concorrência a coluna do Bernardo. Sou um pouquinho mais realista, tendo em vista que provavelmente 80% dos vestibulandos esse ano levaram o 1º, 2º e o 3º colegial nas coxas e vão no dia da prova colar de alguém que tem um tipo diferente de prova. Convido esses elementos notáveis pra tomar uma p.u. (pinga de uva - cachaça muito apreciada aos arredores de Taguaí) antes da UFPR dia 16.

i'm gay

Eu sou muito gay. Pronto, sou a mais gay do blog. A Ba é gay, mas não é tão viadxinha (dxxxxinha) quanto eu. Já me falaram tanto que eu sou gay que eu venho aqui dizer: esse foi o ano mais gay da minha vida. E eu adoro os gays. Garanto que se eu fosse gay eu não seria tão feliz, mas eu adoro o jeito gay que eu tenho de ser feliz. Não que eu seja homossexual, afinal, isso é uma coisa muito distante de SER gay; melhor, agir tal como um gay. Talvez nem tanto agir, mas pensar como um gay. Pra deixar mais claro ainda, eu não sou lésbica. Capiche? Não sou homossexual. Mas eu gosto dessas coisas gays da vida de vir aqui e publicar coisas que eu só deveria deixar no meu diário. Não tenho diário, e têm coisas que eu acho über válido (momento gay) vir aqui e compartilhar com as parcas pessoas que vêm aqui e acham diver. Algumas nem vêm e acham diver.

Enfim, eu vim aqui, sentei aqui na frente desse teclado e fiquei pensando porque eu andei escrevendo essas coisas tão gays, TÃO sentimentais, TÃO TÃO vindas do fundo do heart. Eu não descobri, e garanto que não vou contar depois que eu descobrir, porque aí seria se abrir demais. E me abrir demais na vida nunca foi a coisa mais feliz que eu podia fazer(sem ambigüidades, xus. É SÉRIO).
Eu acredito que é por conta dessa coisa de fazer 18 anos. É um negócio que pesa, mesmo sem se notar. Parece que têm que crescer e escrever coisas com nexo. Nunca gostei disso de exaltar as coisas sérias, mas forma momentos tão sérios e momentos que eu tive vontade de chutar os órgãos vitais de certas pessoas (de certa pessoa) que me deixaram, por certos momentos, séria demais. Minha professora de literatura sempre disse que a dor sempre fez os melhores romances. Vai saber. Mas eu acho que é influência do que eu li e do que eu andei assistindo. Posso pôr a culpa também nos canais de desenho animado que vêm repetindo os mesmos episódios de Padrinhos Mágicos desde que eu os conheço. Isso me faz triste! Eu preciso de um “Ela disse pu e depois disse dim” pra me fazer rir por horas. Por isso eu adoto Fernanda Young até me cansar dela (ideal de vida hehe)

Ano passado eu vinha aqui, me sentava logo ali e desenrolava qualquer bobagem que vinha na minha cabeça. Ano passado eu vi mais gente, eu convivi com mais heteros e falei mais mal das pessoas. Ano passado, há um ano, eu fiz um vestibular fabuloso e minha mãe disse NÃO, você não vai pra lá – minha mãe sempre reprimindo. Olha só, novamente eu venho aqui e começo com as lamúrias. Mas eu não quero vir aqui sempre escrever lamúrias, afinal, essa não é  proposta do Sexy, muito menos meu propósito de vida.

Mas eu prometo que quando meus propósitos de vida forem bonitos (concretos) eu vou voltar a vir aqui e escrever entre ambigüidades e trocadilhos. Em breve, cats.

sábado, 25 de outubro de 2008

SOUUUUUUUUUUUULJA BOI



JOOOOOOOOOORRRRRRRDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAN Cats!
Mentira, feio feio feio! Porém, assaz sexy: corta a cabeça fora HEHEHE
O Jordan é o macaco amestrado (palavras de BarbRa Rosa) do meio; sim, senão é gay, ta treinando.


Essa musica é muito tipo WOW [baba]. Mas eu prefiro LOWLOWLWOWLOWLWOWLOW, do FLOrida hehe
ai ai
o verão será bonito

GALERE EU VOLTEI A SER FELIZ
Não que eu tenho cortado os pulsos e tudo mas, como eu falei com a bazinha cats, as vezes vc só precisa falar com sua migs por mais de 20 minutos.
Ba (L)

domingo, 12 de outubro de 2008

Não sei por títulos (ainda)

Eu escrevi esse texto há muito tempo. Não a tanto quanto eu gostaria, mas não é de hoje. Pra falar a verdade, eu nem sei de quando é e prefiro nem saber. De qualquer forma eu reencontrei eles nos meu achados e gostei. Hoje eu não gosto da conclusão dele, mas eu não acho válido mudar assim uma EEEEEEEstória (sim, com E, mesmo que esteja fora de uso desde muito tempo, mas o significado é mais explícito) só porque minha cabeça pesa. Ou minha consciência.

Q
uando as pessoas fazem aquele jeitinho de “não quero nada, odeio tudo” é porque elas querem tudo (e não necessariamente, odeiam “nada”). Elas comem as últimas frases, falam pouco e reclamam muito. Os olhos deles ficam turvos e você fica com dó. Então, você quer pegá-los pra criar e secar os olhinhos molhados. Ledo engano, meus caros. Os “comem quieto” fazem um barulho silencioso que chega a ser estrondoso: fica estampado no rosto angelical de “me leva pra casa e faz um cafuné”. Eles ludibriam sua dignidade e te fazem falar coisinhas lindas ao pé do ouvido (muy sinceras, só ressaltando) só pra choramingarem um pouquinho mais de volta. Usam as suas pernas como travesseiro e sua boa vontade como lenço de papel. Depois se escafedem, de mansinho, com o seu melhor nas costas; quando o seu melhor se vai com eles, só sobra o seu pior: a dor de quem se vai sem dizer adeus, vulgo “dor de cotovelo” – pra deixar o sentimentalismo mais explícito. Procuram outra vítima, de bom coração e dedos de pianista pra entrelaçar, expõem suas idéias “odeio tudo, tenho dignidade” e recomeçam o ciclo. São escorregadios, mas têm bom coração. E essa idéia de que têm bom coração não deixa você odiá-los. Só deixa você com um auto arrependimento solitário de que tudo valeu a pena, mas não foi o suficiente pra prendê-lo com o melhor que você nem começou a ceder.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Não sei por títulos :(

Lista do que não fazer mais:

1) Não tomar mais energético após as 22 horas, uma vez que o tal do energéticozinho te da energia de sobra. SEJA pra aceitar sua migs implorando pra vc ir no show do Millencolin com ela (tenho mel, sorry) seja pra ficar com as mãos tremendo no teclado e tudo mais enquanto fala com todo mundo e fica se abrindo no msn. SE eu estivesse alcoolizada não estaria tipo, TÃO assim. Mas beleza, quando eu fico assim - e eu só fico assim depois de tomar uns 2 litros de café - eu fico MUITO sociável, desculpa. Todavia eu não tenho numa quarta feira muitas pessoas pra socializar. Então eu concluo que se eu tomar energético estarei mais sociável que se tomar um barril de Heineken? WHO KNOWS. Não pretendo fazer o teste. Talvez misturar Heineken, Viagra E energético ( Sex and the City TAMBÉM É CULTURA; só não vale misturar Catuaba que aí fode de vez). Isso me lembra que faz séculos que eu não assisto Sex and the City - as mais hypes de I(heart)NY -, Padrinhos Mágicos (ela disse PU e depois disse DIM) e Mansão Foster. Se bem que Mansão Foster para Amigos Imaginários (cinco minutos pra escrever o nome do desenho, risos) eu assisti em Join hehe. Tipo, a Renner ta/tava dando aqueles Dvd's infantis por conta do dia das Crianças - já passei dos 12 anos faz tempo - e aí tem lá uma TV CCE da Gerente de Unidade da Renner que tava sobrando em casa no quartinho da empregada sem controle remoto que funciona a tapa (ta faltando algum tipo de pontuação aqui, mas foda-se) e ela levou pra loja e tal pra por a prole de suas clientes sentadinhas lá olhando desenhos animados enquando as suas CLIENTES da Renner (de mulher pra mulher) fazem compras e compram cuecas pra seus maridos e tudo. ENFIM, o fato é que eu fiquei lá assitindo Mansão Foster com as crianças pq, me desculpem, mas eu adoro.
Meus dedos já tão doendo e eu to escrevendo isso aqui na velocidade do meu pensamento, com vontade contar essas coisas pra alguém. Porém, como eu não quero ser inconveniente, eu venho aqui, onde eu tenho famigerado livre arbitrio e escrevo pra quem quiser ler ou deixar de ler. OK?

Por hoje é só. XOXO

domingo, 5 de outubro de 2008

Sexys de 2008

Sexier and sexier (as it gets hotter and hotter)

Sobre o post só temos a dizer que estamos necessitadas e ficar uma semana procurando desesperadamente fotos de homens no google nos faz incrivelmente bem (e libera endorfina) HEHE. Babem, plz :D

Josh Hartnett


Jé: Pra falar a verdade, as únicas coisas que eu curto mesmo no Josh são a tatuagem (em homenagem ao Sexy Queens) e os olhinhos cerrados, no estilo oriental.
Bá: Além de ser o cara mais gostoso daqui da lista, ele tem esses olhinhos tão mais fechados que os meus e puta merda ele é muito estiloso. Vai ser lindo assim no inferno!

Jonathan Rhys

Jé: Rhys tem um dos sotaques mais fabulosos que eu já escutei nesse mundo, só porque ele é Irlandes. Sem contar nos olhos azuis penetrantes (uma vez que se um homem não tem os olhinhos pequenos, DEVE ter olhos azuis de preferência); sem contar que ele é assaz sexy, apesar de não ter a carinha de aidético e aparentar uma virilidade sem igual. Outra coisa, ele tem uma tendência homossexual que de certa forma me encanta – não que eu seja homossexual hehe mas ele tem uma tendência (vide Google). ELE É LINDO PORRA!
Bá: Conjunto de olhos penetrantes PLUS sobrancelha mais perfeitos do mundo. Tu derrete só dele olhar de fianco pra camera. “ Cai ni mim pissuído veio “(adaptação - segundo um bêbado de chapeu, com uns uns 50 anos, botina, óculos fundo de garrafa com uma pinga de uva na mão.)

Jude Law
Jé: Ah o Jude Law [baba eterna]. Um dos únicos loiros que eu sou capaz de dizer que dava até a alma. O sotaque inglês, os olhos azuis e a atuação dele em Alfie me fizeram cair de amores por ele. Porque Jude Law consegue ser sexy, gostoso e extremamente desejável sem esforço algum. SEM NENHUM esforço eu voto no Jude Law como um dos homenzinhos mais sexys já fabricados.
Bá: Dizem que ingleses tem bad teeth, fedem e tem pinto (perdoem-me a indiscrição) pequeno. Mas Judinho está aqui para provar QUE DOIS DELES ESTÃO ERRADOS. Mais cheiroso (ja cheguei pertinho do cangote), e gostoso impossível, tem olhar tão penetrante quanto o do Rhys, mããããs rolam boatos que esse até então espadaúdo, mas eu pegava fácil.

Ashton Kutcher

Jé:Em principio, a gente pensou em deixar o Ash de for a, MAS É IMPOSSÍVEL não colocar Ash na lista dos homens mais dáveis do mundo: IMPOSSÍVEL. Pra começo de conversa, ele (também) não faz esforços pra me seduzir, mesmo tendo uma beleza “comum”, os olhos pequenos (aaaadoro) e um sorriso acanhado, porém de quero-mais-me-pega. Eu acho simplesmente impossível alguém não achar Ash mais do que desejável em todos os sentidos. YOU GOT PUNK’D. Eu pegava pra sempre.
Bá: Ja devem ter se perguntado 20 vezes porque diabos o Hartnett ta em primeiro sendo que o Ash tá na lista, pois eu digo, ele não tem o sex apeel. Sinto muito Ash, você é perfeito até das maneiras mais erradas que pode se pensar, mas não tem THE THING que os 3 primeiros têm. Talvez seja pelos papéis de bobalhão, ou pela voz desajeitadona cheia de gaiteadas, mas não cola, pra mim sempre será visto como Michael Kelso. “OH BURN!”

Mark Hoppus
Jé: Se eu começar a falar de Markinho, tenho que começar pela voz dele: por Deus, que voz. Eu juro, juro, juro que eu sou capaz de viajar pra sempre na voz seca e doce do Mark. Depois vem o sorriso fenomenal dele que, sem esforços, é o mais foda ever. Depois vêm as INCRÍVEIS COXAS DE 170 cm de diâmetro. Olha, a traseira do Mark é invejável, e seduz por si só. Mas, juntando tudo isso, e ainda o senso de humor que eu admiro e admiro mais e mais a cada dia, ele é meu ídolo E É LINDO DEMAIS, kct. Ele tem rugas hehe.
Bá: Comentário carinhoso: Gordo (amo vc).

Paolo Nutini

Jé: O Paolo canta com o sotaque escocês e é simplesmente uma graça. Eu tenho vontade de pegar ele no colo e deixar ele ali pra sempre, pq as musicas dele SÃO LINDAS e muitas vezes são elas os únicos sons capazes de acabar com a TPM de uma adolescente encalhada. As vezes elas mais pioram e ajudam a aprofundar a fossa do que qualquer outra coisa, mas tenho que esclarecer: Paolo Nutini ME ENTENTE! O cabelo ao estilo de quem não se importa, e a voz rouquézima e e e e e e os atributos físicos que são mais do que visíveis e as tendências de bad Guy (maconha rlz) o fazem sexy. E sexy. E sexy. E fofo hehe.
Bá:Paolo além me deprimir quando canta com os olhinhos fechados sentindo a música, tem o cabelo, os olhos e os traços mais fofos do mundo. Vem com a tia.

Emile Hirsch
Jé: Ele é baixinho, não tem lá grandes atributos físicos, mas as atuações dele o fazem sexy. A melhor dele é:
Namors dele: Do you wanna fuck?
Emile: OK (no estilo tanto faz hehe).
Adoro a agressividade Alpha dog – isso que eu nem curto os presidiários.
Bá: Todos que me conhecem sabem que eu sempre tive uma queda por bandidos. Depois de assistir Alpha Dog he had me. Aquela barbichinha (A lá Kary) por fazer, sorrisinho maroto, boné pra trás e cigarro me matam.

Heath Ledger Jé: Olha, eu vou ser sincera, não vejo nada de bonito no Heath Ledger. Só a BA acha ele bonito e como isso é uma lista comunitária, eu concordei.
Bá: Primeiro cara que consegue ser lindo apesar de eu ter presenciado ele cuspindo na mão pra fazer um troca-troca singelo na montanha com seu parceiro-peão-feio. Tinha uma carreira muito promissora. Too young, too young.

Hugh Grant
Jé: HUGH TEM QUASE CINQUENTA ANOS (senão mais) e me seduz deeeeeemaaaaaaaaais! O sotaque inglês ( sim, basta um sotaque inglês pra me derreter e me fazer ficar out) e e e os olhões azuis e tudo mais e essa aparente virilidade que transborda dele. Meu Deus, Hugh te quiero puto!
Bá: Não me pergunte o a presença dele aqui. Hugh, você é muito feio.
Ele é tipo aqueles feios arrumadinhos bonitos por dentro. É, talvez seja isso.
Gaspard Ulliel
Jé: Ele tem carinha de Baby e olhinhos azuis, adoro a fofísse dele.
Bá: Ator francês que recentemente interpretou o papel do excêntrico médico canibal Hannibal Lecter no começo de sua história bizarra. Meu filme favorito se quer saber, adivinha porque. Fora essa cicatriz na bochecha que aparece quando ele ri, causada por um arranhão de um cachorro dele quando ele tinha seis anos.
Good Evening Hanni, me come?

Cristiano Ronaldo
Jé: AS coxaaaas, as coooooxas! Elas valem por quaisquer outros atributos fisicos nao tão presentes nele. MINHA OPINIÃO.
Bá: Embora tenha saído recentemente uns comentários de fundo profundamente suspeito em relação ao português mais gostoso do mundo, que ele é interamente manipulado pela mãe e que ele terminou um relacionamente de um bom tempo por telefone, eu catava. Fácil.
Quer coisa melhor que as já as já citadas e tão cobiçadas coxas mais a entradinha sexy na barriga.

domingo, 28 de setembro de 2008

Preciso de férias, parte 2.

Não tem coisa mais traiçoeira que chuva seguida de mormaço, chuva, granizo, frio, mormaço e chuviscos. É, esse tempo pegou minha garganta ateou fogo e apagou com tamanco.
Tá virando meio que rotina esses posts semi-depressivos, mas você - repito - VOCÊ assíduo leitor sabe que sexyqueens é muito mais que choradeiras, tpm, brindes com fritura e vontade de metralhar as pessoas.
Também criticamos música, criticamos as pessoas, criticamos o tempo, os estudos, a crítica.
Tenho que me permitir uma última (mentira) vez fazer um pequeno comentário sobre o novo cd do Andrew McMahon, com seu projeto paralelo Jack's Mannequin.
E
u já devo ter feito ao longo do nosso blog lindo que completou 3 anos (quase isso, finge que eu ligo pra tempo) uns 9 posts abalada com alguma música dele, é sério, ele me choca.
A confissão do dia: Andrew, você me deprime.
Todo meu final de semana destinado me auto-revigorar sem ajuda de nada ilícito a menores de 18 - vulgo tequila - foi aniquilado na minha ouvidinha em Hammers and Strings (A Lullaby).
Devo falar, no entanto que me desapontei um tanto com o último álbum “The Glass Passenger”. Acho que ele tentou inovar demais, não sei, não colou. Teve altos sonzinhos do joguinho do Mário, uns gemidos meio suspeitos, anyways depois de ouvir 6 vezes o Cd todo, acostumei.
Mãããs definitivamente é um CD pra você pegar suas 2 semanas de vacaciones, jogar suas tralhas no carro e viajar sozinho com as janelas abertas de óculos escuro (degradê, se possível) sentindo AQUELA brisa no rosto, cantando alto, tomando uma gelada (pega eu, bafômetro!), balançando frenéticamente a cabeça. Nada mais delicioso que a solidão por opção, adoro essas peculiaridades. Ideal, ideal, ideal. Pra esses dias que te da vontade de arrebenta a cara do primeiro elemento que cruzar seu caminho.


É disso que eu preciso.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

BDAY


Nesse post 150 eu venho comunicar e registrar nestes registros MARA que ontem, dia 17 de setembro de 2008 eu e Bázinha lindinha fofinha tailandesinha fizemos quatro anos de amizade eterna. Na verdade são três (pela lógica matemática) mas como não temos a tal da lógica matemática ficam quatro anos e foda-se Aristóteles.
Devido a um show do Blink 182 que não ocorreu, uma antipatia (da minha parte, claro) com a Bá (que ficava tirando todo mundo ao máximo) e um profile engraçado e (mais importante que tudo) uma predestinação de amor carinho, cabeças grandes e doces com pentelho, nós nos encontramos naquela linda comunidade do blink-182 Brasil e nos nos nos identificamos ao máximo (menos no quesito machos). Passando por misturas saborosas de comida, cartas fabulosas escritas em folhas da JOLIE trocadas durante muito tempo, um porre virtual no dia das Mães e, como poderia me esquecer, a troca de meias via correio, estamos aqui. Depois de ligações mensais pra Taguaí/São Leopoldo e passar meses planejando os esquemões de BC e depois bulinar os pais pra passar uns diazinhos em Taguaí pra morrer tomando catuaba estamos aqui. Morrendo e nos amando. Nos chingando em praça pública, abrançando bonecos de crianças, superando as diferenças culturais (CUCA DE MORANGO) e planejando um futuro próximo. Nós estamos aqui. De gaymail em gaymail, conseguimos nos manter firmes e fortes e pedir batatas fritas pras pessoas erradas e bulinando mexicanos mentalmente. Eu acho que a gente tem futuro.

Here comes the promise of summer :D

te amo, feiosa

sábado, 13 de setembro de 2008

Deixa eu brincar de ser feliz

Vocês já devem ter ouvido Los Hermanos não é? Bom, até eu que não gosto de música brasileira (é não gosto, me crucifiquem no final do post) já ouvi Los Hermanos. E gostei. Nem acho eles bonitos, nem acho eles cativantes e nem sei o nome deles. Sabia da Anna Julia; linda Anna Julia. Era minha música preferida quando eu tinha uns nove anos. Se passaram onze e só depois dessa década e doze meses eu descobri que os barbudinhos (eu sei que os quatro têm barbinha) fazem música boa. Bem, na verdade, de Los Hermanos .o que eu mais gosto mais aprecio e mais choro ouvindo são as letras. As letras são fabulosas. Los Hermanos é aquela banda que faz pura poesia. Eu não gosto de poesia, mas eu gosto de Los Hermanos. Eu não gosto de poesia porque eu não entendo poesia. Se você não for direto comigo, ou se eu não estiver tão-tão-tão fora da minha casinha pra raciocinar metafóricamente - olhando pelo vidro a chuva macia que escorre até o chão - eu não vou entender os tais dos versos empilhados em estrofes. Mas eu entendo Los Hermanos. O que me surpreende nos hermanitos é que eles cantam a alegria com dor. O vocalista (acho que o sobrenome dele é Camelo) tem o dom de extrair alguma coisa única da alegria que nem eu que gosto de pôr cada coisa em seus parâmetros corretos to conseguindo enquadrar. Todavia, é um negócio bonito, mesmo pra mim que não gosta de exaltar a dor. Dor atrai dor, assim como violência atrai violência e clichês atraem má sorte (anotem isso).
A única música do Los Hermanos que eu ouço sem cansar da melodia (porque é a base da base da música) é O Vencedor. Eu lembro que quando essa música estreou (sabe-se lá que dia) eu odiei. Acho que eu odiei o clip. Se não me engano, o clip é um cara rastejando pelo chão sem muito propósito (também não entendo cinema Cult – não me convidem pra assistir cinema francês. Apesar de eu não saber se é Cult ou não eu não curto ok). Eu pego nojinho das coisas e sou assaz preconceituosa quando eu não gosto de cara. Acho que é por isso que eu to sempre out nos assuntos e me fazendo de underground. Não é bem me fazendo é mantendo princípios e tudo mais.

“E se a gente já não sabe mais rir um do outro meu bem, então o que resta é chorar.”

Se querem acalentar suas dores, quaisquer que sejam, ouçam Los Hermanos, mas ouçam sozinhos. A voz e vocês. Porque essa coisa de ficar dividindo a dor com a música e com os outros é um negócio que me incomoda muito. Muitas coisas me incomodam muito, mas dividir a dor melancolicamente com meio mundo me incomoda muito mais. Então não me importunem quando eu estiver com dor. De qualquer forma, não me sigam porque meus exemplos sentimentais: são trash.

Podem me crucificar agora, seja lá por qual motivo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

ELE e a cidade

Olha, se vocês querem férias desejem-nas com prazo pra expirar: fazer nada cansa meus amores! O que eu falo é sério. Você vai cansar de acordar ao meio dia todo dia. Todo o dia. De segunda a segunda. Domingos, feriados, quartas-feiras penosas: isso não existirá mais para você, porque estará em férias eternas. A menos que você viva em um local ÜBER legal (com direito a trema e letras garrafais) sim, você achará o que fazer – ou a menos que você não seja um baita de um preguiçoso com o rabinho acostumado a fazer nada (EU!). É chatíssimo o nada uma vez que você não tem mais 11 anos e seus amiguinhos não saem mais pra brincar na rua depois de voltarem da escola. Seus amiguinhos (é, os parcos amiguinhos) agora trabalham e (clichê mode /on) traçam suas carreiras através dos livros, da biblioteca e de seu Quem Indica (vulgo QI) durante uns quatro anos da vida dele. Só porque você resolveu atrasar um aninho da sua vida pra cursar as mesmas matérias novamente num lugar über novo SEU MUNDO NÃO VAI PARAR. Somente o sofá e o controle remoto na sua mão.
Eu não faço nada, mas disso todos vocês já sabem e garanto que entram aqui pensando que eu vou começar o post dizendo que “não faço nada” e eu lhes digo PARABÉNS! Jéssica é um ser lindo, pequeno, redondo e previsível. Bom, sem querer introduzir necessariamente algum assunto, essa foi minha introdução, e eu preciso treinar mais pra fazer uma dissertação que valha, no mínimo, dez; exploração dos dons e tudo mais, VOCÊS já sabem. Daqui a pouco eu paro de escrever, uma vez que vocês já sabem o que eu vou escrever. Risos da platéia. Voltando ao ponto que eu nem cheguei ainda. Uma das minhas outras manias é aquela fenomenal de descobrir seriados depois que eles acabam. Foi assim com That 70’s Show e o famigerado (adoro essa palavra. STRIKE ONE!) Friends – e outro engraçadinho que eu não me lembro. Como sabem, eu não tenho o dom de sentar todo o dia no sofá e assistir capítulos de um seriado day after day. Eu esqueço, enjôo, acho outro seriados que eu só verei u capítulo e reservarei lá no reservatório de programas da Sky e tudo aí no outro dia eu não assistirei e, por fim, no terceiro dia, eu nem lembrarei ele. Foi assim com Supernatural e Samantha Who? (WOHO), só pra dar um exemplo.
Bom, nesses dias (meses, séculos, eras) de ócio eu descobri Sex and the City. Sempre, tipo, sempre, pensei que fosse algum tipo de seriado com um conteúdo erótico de mulheres loucas por sapato e roupas de marca (um Gossip Girl retrô). Sim, é, mas eu descobri a essência desse seriado erótico-de-mulheres-loucas-por-sapatos-em-NY City: CARRIE. A Carrie é a Sarah Jessica Parker (eu acho o nome dela lindo, é sério, e nem é pelo Jessica, é pelo Sarah e Parker que, porém, não são nada sem o Jessica – inflei meu ego indiretamente), uma exímia colunistas from NY City. Eu adoro NY, eu amo colunistas. E, como eu tenho assistido o seriado noite após noite e, em certas noites, eu assisto umas três vezes, eu viciei. É um negócio do tipo “Carrie sempre sabe o que dizer pra mim”. OMG e ela sabe! Quando meu coração partiu em partes miúdas e invisíveis ao chão, Carrie estava lá. Eu não lembro o que ela disse EXATAMENTE, porque eu nunca lembro EXATAMENTE, o que as pessoas me dizem, mas o que importa é que ela me tocou e eu me senti tocada pelas palavras doces de uma colunista fictícia de 35 anos.
Eu tenho certa dependência dessas mulheres com mais de 30 anos que têm uma ligação forte com Londres, NY ou Dublin. Jornalistas. Escritoras. Pelo amor de Deus, eu sou uma viciada nelas. Não que eu queira ser igual a elas, mas, elas me inspiram a vir aqui às duas da manhã pra escrever algo pra mim mesma me sentir feliz.

E eu não tenho me sentindo feliz assim há meses. Mesmo que digam que eu tenho estado estranha eu estava ok, estava. Ava, passado. Não estou mais. Superei e me sinto radiante e com risos nas pontas dos dedos.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Exorcisa,Mona Lisa

Esse clima totalmente desregulado de pseudo final de ano me faz sentir bem, apesar dos 40 graus ao meio-dia e 12 graus de noite, o que predestina a morte inexorável dos pernilongos. Esse final de tarde é o que mais me impressiona, de verdade, as palmeiras de frente de casa me fazem querer de volta a rede (bem Jack Johnson assim) que não sei porque diabos minha mãe tirou de lá. Deitar e sentir a brisa, me faz pensar em coisas inteligentes (não agora), que por algum motivo desconhecido eu nunca lembro depois. E não, não são as drogas. Andei, por essas reflexões tirando umas conclusões bem tristes sobre a minha pessoa. Sou dessas realmente extremistas, não to dizendo isso pra pagar de gatinha ou fazer moral, é que eu realmente vicio muito rápido nas coisas, depois mal me lembro. Pode ser visto como uma virtude ou uma maldição. Eu sou incapaz de 'amar' alguém (salvo raras exceções) por mais de duas semanas, mas sou capaz de ouvir a mesma música 62 vezes (de verdade) em um só dia. Sou daquelas que muda a casa inteira, mas quando chega no próprio quarto, fico cansada e deixo tudo de lado. Pra mim a única coisa inalcansável é a vida eterna, mas morro de preguiça de levantar pra dar uma lidinha na matéria de química. Há quem diga que se desprender muito fácil das coisas é uma dádiva, pois eu não acho. Adquiri essa 'qualidade' com o passar do tempo, nem sempre eu fui assim, já fui muito apegada principalmente a objetos com valor sentimental, aquele papel de bala (RISOS), um ingresso, um bilhete de desculpas, alguns dias atras, abri minhas gavetas e tornei meu tesouro nostalgico quilos e quilos de lixo. Pra mim é tudo lixo. Tem alguns itens que eu nem mesmo lembro, diários (que me fazem sentir uma leve vergonha). Recicladinhos. Desde pequena meu pai me encorajou a manter esses pequenos documentos pra rir futuramente dar um tapinha na perna e pensar: Como eu era bobinha. Pra mim continua sendo lixo. Tem muita coisa lá que eu queria esquecer de verdade, e provavelmente a melhor forma de fazê-lo é descartando o que me incomoda. Odeio ficar perdendo tempo pensando nessas coisas, e também devo confessar que não gosto muito de ficar pensando (hehe).
Não to sendo muito receptiva ultimamente, e meus posts tão muito gays e sem sentido. Preciso de um assunto polêmico pra discutir, proximo post vai ser sobre o pré-sal. Tira esse dragqueen do corpo que não te pertence.
Acho que hoje vou apelar pro Ulliel, resolução média porque eu tenho ciúme. Estão proibidos de clicar pra ver maior.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Antonia

Agora eu só queria ter alguma coisa plausivelmente engraçada pra esticar um sorriso nas bocas que não são minhas. Mas eu não to conseguindo. Olha, faz tempo que eu não me sinto auto-suficiente, suficientemente, pra me deixar feliz por mim mesma, quem dirá os terceiros. Eu não consigo nem mais transpor as palavras aqui só pra deixá-las registradas e voltar num futuro distante rir, e ir embora com tudo na minha mente por um dia inteiro. Essa vida mundana de aspirante a adulta não ta me fazendo feliz. Eu não to tendo vontade de continuar fazendo besteiras só pra dizer que, pra mim, besteiras são a realidade. ‘Ninguém devia se levar tão a sério’. Olha, eu acho que é por isso que eu fiquei escutando blink constantemente na última semana. Ora por não ter o que fazer e ora pq meus ouvidos somente aceitavam aquele pop punk que ‘me fez tudo que eu sou por dentro’ (bela frase, tom). Essa coisa de não ter o que fazer me deixa paranóica quando eu poderia fazer milhões de coisas e colocá-las do meu currículo de pseudo-vida.
Eu tenho essa mania infantil, que eu preservo desde muito tempo, de ficar rindo das coisas por milhares de dias. Mas minha mania não ta tendo suporte. Ela não ta tendo onde se apegar. Acho que eu não tenho mais espaço pra piadas infames. Não sei, não quero me convencer dos meus devaneios. Mas esse é, pelo menos, o quarto texto que eu tento começar só hoje, pra ver se eu consigo explicações externas pros meus próprios conflitos psicológicos. Esse não foi um bom ano. Não foi. Eu fico assim sob pressão eu fico louca e eu fico totalmente baratinada pq eu não estou dando um rumo pra minha vida tão infame quanto as piadas tanto quanto eu não estou pontuado essa frase, só pra pensar que algumas coisas podem não ter fim se nós quisermos. Acho que são os ponto finais que assustam as pessoas. Ou o ‘era uma vez’ que dá inicio pra todo um pedacinho de vida, que nem sempre termina necessariamente com o ‘eles’ subentendido na frente do ‘viveram felizes para sempre’. Às vezes a gente nem vive. Pra sempre é pedir demais nessa vida que já começou tantas vezes desde que eu to sentada aqui tentando procurar um assunto que não seja dramático e melancólico pros ouvidos alheios.
Eu fico na situação de ficar tendo que contar piadas pra minha mãe maravilhosa que não nasceu com essa veia de rir do comum da vida como eu. God knows como minha mãe não é aberta a piadas sem graça. Mas ela faz as dela sozinha, inocentemente, chamando minha best de fungo. Eu acho que eu to é nervosa demais e declaro que os destilados não fazem mais parte de mim. Eles tão me deixando com gastrite e com enjôos todo santo dia anterior. E isso não é bom. Fígado é um órgão vital. E eu só tenho feito beber e falar como holden caulfield nesses últimos dias de morte.
Eu só queria alguém que cantasse Antonia pra mim, por que nessas horas (me desculpe Justin Pierre) sua voz não é suficiente pros meus ouvidos.


sábado, 30 de agosto de 2008

Na fossa.

A vida te surpreende de modos tão toscos que além de você dificilmente acreditar nas coisas que te acontecem, tem vontade de pegar uma bazuca e sair fazendo paçoca humana. Não sei se é só comigo, mas bem, não citarei nomes, nem fatos, mas tenho certeza que tem muita gente que sabe do que eu to falando. Tudo bem, tudo bem, sem exageros e sem fazer a Maria do Bairro, são apenas palavras de desabafo, não me levem a sério.
Eu conheço muita gente (MUITA!) que me irrita MUITO, PUTA MERDA, e não, eu não sou uma pessoa que antipatiza com facilidade, muito pelo contrário, meu pai sempre me ensinou que as pessoas são boas até que se prove o contrário. Infelizmente muitas delas estão provando que o contrário existe em maior quantidade. Não me surpreende (mais).
Cidade pequena é um inferno, se sua cidade com 200,000 habitantes ja te enerva, imagine uma de 9,000. É triste mesmo, as mesmas pessoas, mesmas coisas, se num certo momento não tem nada motivador que te prenda aqui, pegue na sua mão e fale: Confie no seu taco, é questão de semanas pra você ficar mais loco que a Shirra. Acredite, se visse minhas olheiras não poderia concordar mais comigo. Não estou sendo muito especifica né, possivelmente 10% dos nossos 3 leitores assíduos se indentificarão, quanto ao resto: beijos, continuem sendo felizes.
Acho que o estopim pra meu ataque epilético de nervos é culpa da escassez de chocolate parcialmente hidrogenado no sangue. Eu supero. E o Enem amanhã; aliás, lá vai uma dica pra se dar bem na redação: priorize os pobres (eu posso falar isso?), a educação e a leitura, eles adoram gente engajada, mesmo que não te interesse pegar dos ricos para dar aos pobres, finge que curte uma boa ação.

Eu ouviria Amy, ou Paolo (pra combinar com a fossa ne), mas o Andrew continua me consolando, mesmo depois de tantos meses ignorando a existencia dele na biblioteca do win. media player:

Give me something to believe in
A breath from the breathing
So write it down and don't think that I'll close my eyes
'Coz lately I'm not dreamin'
So what's the point in sleeping?
It's just that at night
I've got no where to hide
So I'll write you a lullaby

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Coizaz

Olha só, desde que eu tranquei meu lindo curso de Jornalismo eu não faço nada. Tipo, eu faço muitas coisas, tais como ler livros chatos, ler coisas legais, ler coisas chatas, ler jornal, vomitar no sábado demanhã depois de ter acabado com a dignidade que ainda tenho, tenho aprendido a mexer no photoshop (ihul) sem muitos progressos, tirei minha carteira de motorista (chupessamanga bee), chorei, ri litros, afaguei Beatriz muitas vezes, não liguei pra Bá ainda, mal falei com a Bá, encomodei minha mãe, mal vi meu papai, fiquei de TPM pelo menos umas duas vezes desde então, descobri que Michael Bublé virá ao Brasil (SIM DEUS DO JAZZ CANADENSE), descobri que terei de fazer um novo vestibular, comi mais que o normal, comecei 10 dietas e não acabei nenhuma, olhei muitos desenhos animados, não olhei muitos filmes, olhei muito That 70's show, assisti Mr. Meaty e achei MAAAAAAARA, escutei diversas vezes Brit Spears, ri muitas vezes da desgraça alheia, olhei fotos antigas e tirei fotos da minha família (ou será que não) feliz. Eu fiz muitas coisas, afinal, agora que eu parei pra contar, mas, eu não comecei nada CONCRETO pq eu não vou poder terminar. Que bosta.
MAS EU TO FELIZ
Eu fugi totalmente da proposta que eu tinha em mente na minha mente que escuta Flogging Molly mas eu acho válido.
sei la bjs

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Miss Califórnia.

Eu nunca toquei piano nem fui pra Califórnia, mas se me perguntarem as 5 coisas que mais me triscam (fora Ulliel, Cielo e Hirsch), tenho o imenso prazer de falar de boca cheia que é um homem sentado na frente de um piano cantando e mencionando minha dourada Califórnia. Sou facilmente manipulada pela mídia mesmo. E adoro. E creio que não seja só a mim que essa situação agrade.
É por isso que novela faz tanto sucesso, nada melhor que um elenco de 30 vagabundos tendo 5 minutos de aula complementando perfeitamente o pensamento do professor, até bater o sinal, tomar um sorvetinho no parque enquanto bola um plano malévolo, acordar de maquiagem, e fazer um sexinho matinal (sem escovar os dentes, GROSS) percebeu que ninguém trabalha nesses programas? O dinheiro simplesmente sai do cu (Robin). É bom pensar que tem algo bonito, prosperante sem esforço nenhum e que esteja tão próximo.

E gosto de pensar que um dia, quando eu ficar bem rica (finge), vou estar sentada numa rede na minha summer house na West Coast, tomando uma margarita, enquanto ouço o melhor do piano rock californiano.
São essas utopias ridículas que ainda te fazem levantar a bunda da cama e fazer alguma coisa.
Não consigo concluir minha idéia direito, acho que vou começar a poupar o blog dos meus assuntos sem desfecho, e comprar um caderno.
Queria bota um foto do Ulliel pra da mais ibope,mas não vai rolar.
Tá.

domingo, 17 de agosto de 2008

It's sooooo pathetic


Quando nós amamos somos patéticos. Alguém (ousa) discordar? Acredito que não; calem-se para sempre a partir de agora. Começando pelo óbvio: quando a gente ama, mas ama mesmo, ama até mesmo um desconhecido ou um über conhecido que nunca deu pitaco pra você, ou ama um carinha (ou uma carinha, WHO KNOWS) que você conheceu beudona dançando a dança do créu na festinha da sua irmã de 8 anos você simplesmente ama. Fato consolidado, não importa como se ama, o que importa é a intensidade, que vai definir o quanto isso vai durar. Na verdade, isso é só um dos fatores, porém, muito influente na relação AMAR. Nós somos patéticos. Em qualquer situação de AMAR. Amar é diferente de paixão? Não, paixão é um estágio fulgaz do amor. E não discorde de mim. Paixão é o apogeu do amor, é intrínseco a esse, não é um capítulo a parte. Não mesmo. Vejamos se vocês entenderam: a tal da paixão é um negócio que dá o estopim do amor, é o vermelho do coração, entende? É o primeiro olhar (mesmo que bêbado), é o olhar 43 (ou 51, adoro piadas toscas); é o Love at First Sight. Nessa situação, por exemplo, conhecendo ou não conhecendo a vítima que, na sua cabeça, esta pronta para ir para o abatedouro, você vai ficar lá, em público ou não, de calcinhas ou não, bêbada ou não, fazendo a dança do acasalamento, explícita ou não, até que o dito cujo venha ao seu encontro. Acertei? Claro que acertei. É patético não é? Ficar se refestelando pra alguém até que ele diga OI ou pegue na sua cintura e diga algo sexy demais para ser revelado aqui (ou será que não) e te leve pro meio da pista de abate. Toda essa história só porque você ta apaixonada pela pessoa. Isso tudo só depois de um oi. No outro dia, ou no mesmo dia, dependendo da hora, você vai chegar na sua BF e dizer que está apaixonada. E VOCÊ ESTÁ. Mas você não está CEGA de amor, você está cega de querer estar apaixonada. Aí você atira para todos os lados (não que isso signifique que você rode a bolsa na esquina), mas você tenta se convencer de que está apaixonada. E que quer mais. Só; é patético, mas todo mundo é patético. Seja patético por não se entregar de corpo e alma e dizer todo o final de semana "bee to apaixonada", ou seja patético por ficar dizendo a cada final de semana que está apaixonada.


Eu sou patética.

Levemente baseado em fatos reais. LEVEMENTE.

Mas acredito que não fui clara; vou trabalhar melhor na idéia.

Achei a mensagem válida. No melhor do tiopes: 'fikdik'

sábado, 16 de agosto de 2008

É Gold!

Essa vida não-bandida que tenho levado logo depois das férias de julho ta acabando comigo. Na boa, ninguém merece fica trancafiado dentro de casa mofando. Pra ter uma breve noção da situação que a minha pessoa se encontra, ao abrir as cortinas e entrar em contato com luz solar meus olhos quase inexistentes lacrimejam loucamente - estou literalmente virando uma criatura das trevas. E isso me influenciou a acompanhar a natação. (fim)


(observe que na foto não é ouro,mas finge)
César Cielo (pare de ser lindo,PARE!), acabou de extravasar, chorando galões durante a premiação - bom motivo pro meu pai fazer chacota, chamando de meninão criado por avó, bichona, mas Cé, não se abale, eu te entendo, até dei meu ombro telepáticamente pra você encostar a cabecinha e chorar, inclusive queria aproveitar a oportunidade pra dizer que estou solteira de braços abertos pra ti, me liga - , quando tocou o hino. Sério, já ovulei, já ta tudo certo, mas eu to emocionada pra caralho aqui, inclusive estão dando um tchu-tchu nele, nesse momento. Imagina cara, você competindo pelo seu país e dar um tapa mexicano A La Paola Bratcho da desonra nos demais deve ser O must! Way to go Cesinha, afagos por trás.
É até meio estranho estar tanto tempo sem ganhar nada, nós brasileiros sempre fomos acostumados a sermos exemplos inalcansáveis de atletas esforçados, aquele tão falado jeitinho brasileiro pra tudo. E é isso que está realmente nos incomodando. Nota-se claramente, que o Brasil não está dando 1% do que pode. Isso dói muito,saber do potencial e disperdiçá-lo, na minha opinião o maior pecado de todos. Não estou entendendo o motivo da falta de vontade de nossos conterraneos. Quase chorei quando assisti handbol feminino contra a Rússia. Eu esperneava, gritava, xingava. A única que tava jogando bem era a goleira Xana, (por favor sem piadinhas infames, este é um blog de respeito, contenham-se) que foi substituida (por nenhuma razão evidente) no segundo tempo, num ato de muita inteligencia do treinador, e para a felicidade da nação,a goleira que a substituiu, tomou dois gols de cara, torceu o pé, tomou mais 78 e decidiu que não tava legal pra jogar. Lindo isso né.Ideal, ainda mais pra um time que não está em posição de ficar dançando psy no meio da quadra.
Ignorando a série de decepções proporcinadas pela Olimpíada essa semana, estou satisfeitíssima com o nosso ouro.
Brindarei com fritura a isso.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Oi

Ao som de Sensual Seduction, do mestre do pop rap (risos) Snopp Dogg (feio de doer) eu confesso que, diversas vezes, eu agradeço por estar longe daqui uns 20 dias. Ou não agradeço - não nesses termos -, mas me sinto aliviada (muito) por limpar os armários de cadernos (desde a creche. Eu vou pra creche - que palavra feia - desde os três meses) e re-descobrir coisas como:
"Eu vou fazer oito anos, mas ainda tenho 7" - Matemática aguçada desde os primórdios
-> eu lembro que na terceira série eu tremia ao saber que teria trabalhos sobre 'contas de dividir'; eu não sabia fazer, não sei até hoje.
E coisas como:
"O que vocês já sabem sobre o pólo norte? Nós sabemos que no pólo norte tem gelo e neve. No pólo norte é frio, porque tem gelo e neve. No pólo norte tem tempestades de neve. É gelado"
Sagáz demais né?

Hoje, juntamente com mamãe linda e fofa, joguei mais de 13 kgs - não to brincando - de papel, cadernos, provas, livros, diários pré adolescentes. É MUITA coisa. Tenho maior dó do mundo de me desfazer das coisas mesmo sabendo que NUNCA mais vou pegar nelas, mesmo sabendo que eu não me importo com elas enquanto elas estão lá, guardadas. Mas quando elas vão embora é como se a história fosse apagada, só porque os cadernos de matemática da 1ªB foram embora. Só pq as milhões de agendas dos quatro colégios que eu estudei agora são lixo. Antes eram nostalgia. Não dói em vocês? Juntar lembranças e transformar em papel reciclado?

Mas eu não me sinto aliviada por jogar fora meus cadernos lindos, eu me sinto aliviada porque eu posso dar a desculpa que eu vou embora. Pra qualquer situação. Que eu não vou enumerar. Não quero me expor.
Afinal, Sensual Seduction já acabou e eu já contei minha história.

(pelo menos no blog a gente não acumula papel)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Eu peço desculpas ou não? Bom, não sei as regras, mas eu jogo pedindo desculpas pelo meu comportamento: não quero assustar ninguém e muito menos ser uma agressora da moral alheia. Não quero, eu não nasci pra isso desculpem. Desculpem, de novo, mas eu não sou constante. Tomo decisões, mas minha pessoa, aquela a qual vocês chamam por Jéssica não permanece igual. Eu sei o que quero, sei a que ponto chegar, mas eu, às vezes, não consigo me manter na rota – eu não sei seguir mapas. Não sei re-delinear meus traços por cima de outros, não sei dizer aonde quero ir, mas eu quero chegar lá. Sozinha, ou não. Sozinha eu acredito que não. Eu to sozinha e não cheguei a lugar nenhum. Joguei minhas fixas, apostei a dignidade e todo meu coração. Metade dele voltou. A outra metade se perdeu. Não é dor de amor, eu juro que não, é a dor da perda. A perda que demora a se perder. A dor de quem quer ir e não consegue deixar, é isso que dói e me deixa no meio do caminho: sem ação, inerte, sem destino. Mas eu dizia que não sou constante porque não consigo bitolar meu humor. Ele varia, mas o sorriso irônico permanece pintado na minha face – sorriso é uma coisa que não vai embora. Eu tenho a maior alegria do mundo. Eu tenho nós na minha garganta de não chorar, eu tenho a barreira do riso, ali, estancando as lágrimas. Eu tenho a melhor amiga que eu pedi a sabe-se lá quem, e eu rio dela, eu rio de nós. Eu sou feliz pelo que já fiz, não sei se pelo que eu estou fazendo agora. To perdida entre diversas fronteiras. Nunca fui boa com as contas, mas agora, não me ajudem, por que eu to perdida; eu definitivamente não tenho mais capacidade de contar as pequenas coisas. Eu tenho tudo que quero, eu tenho tudo que quero apalpar, tudo que qualquer um gostaria. Só não tenho que não posso tocar, o que me faz bem de verdade. É irônico ser feliz com o abstrato? Pelamordeus as pessoas são felizes com o que nem sabem que são, eu sorrio e nem sei porque, às vezes nem tem graça; eu choro e finjo não saber o porque: não tem tristeza. Eu juro, só quero ter o que não permanece, quero ser egoísta e juntar tudo numa caixinha. E abrir quando tiver ido pra longe.
Espero que não entendam.
Me desculpem a morbidez, a falta de acertos ortográficos, a falta de coerência e a falta de entendimento, eu só quero que leiam. Poxa vida, é o que eu sei melhor de fazer, escrever. Me desculpem.

Espere, eles não te amam como eu te amo/Está feito/Não me abandone/Seu tipo é meu tipo/Eu vou permancer a mesma/Faça as malas/Espere/Eles não te amam como eu te amo

sábado, 9 de agosto de 2008

Fucking Useless.

A coisa que mais me enerva em estar TPM, é saber que está TPM e não fazer nada quanto a isso. Eu podia muito bem tomar uma caixa de Lexotan e acordar só na terça de tarde, mãs, não to no humor. É o terceiro final de semana que fico enclausurada dentro de casa, sem ânimo pra nada, nem pra comer (OHHHHH!). E o mais tosco de tudo, de tudo mesmo, é que faz uma hora que eu to com a bexiga cheia e não tenho forças pra mover minha bunda flácida da cadeira. Mas tudo bem, nesse meio tempo eu posso fazer algo útil pra humanidade, pelo menos para os estudantes (homens) de Enfermagem que tem que aguentar as 98 garotas da sala, cada uma tpm numa semana.
Duas dicas:

Primeiro: Nunca pergunte pra uma mulher em TPM o que ela tem. Pode desencadear alguns minutos de silêncio, olhares repreensores seguidos por choro inconsolável.
Segundo: Se a mulher for facialmente comprometida, não fique com ela. Sério. Mulheres on the
period tendem a amar muito facilmente. É algo tão desagradável, acho que TPM só existe pórque sabemos que daqui uma semana o sangue vai jorrar, e estar 24 horas por dia com o fluxo intenso pensando incessantemente se SUJO MINHA CALÇA, não é legal.

Estou a 5 meses do meu desemprego-não-estrutural, e não consigo mover meu cérebro. Literatura me encanta, mas quando me apressam eu juro que perco o chão. Não consigo pensar como vai ser se eu perder um ano da minha vida fazendo cursinho (sem indirets Jézinha, tu ja passo campeã).Tá,enough.

Hoje, aliás, lembrei porque blink foi e sempre será a banda da minha vida.



There's so much more that I wanted and
There's so much more that I needed and
Time keeps moving on and on and on
Soon we'll all be gone

Let's take some time to talk this over
You're out of line and rarely sober
We can't depend on your excuses
Cause in the end it's fucking useless

You can only lean on me for so long
Bring your ship about to watch a friend drown
Stood over the ledge
Begged you to come down
You can only lean on me for so long

I remember shots, without a chaser
absent minds thoughts, now you're a stranger
Cover up the scars
Put on your game face
Left you in a bar
To try and save face

You can only lean on me for so long
Bring your ship about to watch a friend drown
Stood over the ledge
Begged you come down
You can only lean on me for so long

So sorry it's over
So sorry it's over

There's so much more that I wanted and
There's so much more that I needed and
Time keeps moving on and on and on
Soon we'll all be gone

Man on a mission
Can't say I miss him around
Insider information
Hand in your resignation
Loss of a good friend
Best of intentions I found
Tight lipped procrastination
Yeah later
See you around

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sagarana, vai toma no cu.

Depois de ficar uma semana inteira abandonada ao relento por meus progenitores, decidi dar um rumo na minha vida, e descobri que nem sempre é bom ter a mãe ao lado mandando tomar banho. Ou estudar. E sei lá por qual motivo tenho feito isso muito ultimamente, meu cérebro ta doendo, se é que existe uma manifestação tão cruel a nível de corpo como essa. Eu não decidi ainda se é a minha lombalgia ou a pressão nas minhas órbitas que me impede de viver e agir como uma pessoa normal. Estamos podres Jé. Mas não se deixem enganar pelos últimos posts, Jézinha e eu estamos padecendo das dores do pré-vestibular.
Eu me sinto tão broxada, que nem mesmo na sinuquinha básica de segunda depois da aula eu consegui fazer valer o resto do meu animo que nunca existiu. Minha mão tava mais mole que alface e meu estrabismo me impediu de acertar uma só bola em 1 hora de jogo. Não satisfeita em perder uma vez,perdi 3! TRÊS A ZERO. Tomei umas porradas na cabeça da minha parceira, até que relutantes desistimos, e me arrastei até minha aula de inglês.
No banho agora pouco eu desenvolvi uma teoria extremamente válida sobre livros de vestibular, só que eu acabei esquecendo - mas o título é um breve resumo das minhas conclusões - e to a alguns minutos enrolando aqui pra ver se baixa um santo e eu me lembro (vou começar a levar um gravador comigo no banho), mas, não ta funcionando evidentemente,então pouparei o preciosíssimo tempo de vocês e retirar-me-ei aos meus aposentos, deitar o cabelo.
Os bóia-frias tem dó do horário que eu acordo.

domingo, 3 de agosto de 2008

q

Ok, de antemão, eu to assaz irritada e com um humor-negro quase azul, quase podre de tão obscuro - sintam medo hehe. Brinks, não to tão agressiva. Provavelmente isso se explicará nos próximos dois dias - a história do sangue entre as pernas e tudo mais - então eu procuro não me estressar mais devido ao estress. Hoje é domingo, daqui a pouco é segunda, e provavelmente até quarta-feira eu sentirei os efeitos da Marguerita: fui traída. Desde sexta-feira, meu estômago/fígado (ou seja lá o que) está tipassim, fungado, dado por morto, mofado, inoperante, borbulhante. To ácida. Depois de misturar Marguerita, Caipirinha e Cerveja eu chego a conclusão de que, na hora, É MUITO bom; man, tu se sente nas nuvens - pra falar a verdade, tu nem sente nada - mas depois, benzadeus mano, BENZADEUS, por favor, sai tudo pra fora. TUDO, ou nada, caso tu tenhas comido dois pães de queijo às cinco da tarde. Deve ser por isso que eu vomitei mais de dez vezes no sábado e deve ser por isso, também, que eu continuo semi-morta e semi-enjuada e tudo mais. E ácida.
Depois de chegar em casa tentando não dar suspeitas de que estava MUCHO loca, ainda, às 5 e meia da manhã, você encontra papai e mamãe olhando televisão e bom, não há como fugir: no sábado demanhã mamãe entrará no seu quarto e te acusará "BEBEU TOOOOOODAS ONTEM " - e nem teve tom repressor. Só disse que era feio e que não queria alcoólatras na família. Como se tivessem alcoólatras na família. Minha mãe é fabulosa. Fabulosa.
Agora preciso tratar do estômago, ler Sagarana (e mais 189 livros que eu deveria ter lido durante todo o ensino médio), assistir filmes cults, emagrecer 71 kgs, fazer uma nova escova progressiva, parar de beber destilados e arrumar as malas, em um mês. Aí piorará e então, daqui a 5 meses, melhorará. Eu espero.
Eu falei que tava deprimida.
Preciso de afagos :(

quinta-feira, 31 de julho de 2008

MEEEEEEEEXICO

Bom, tendo em vista a nossa adoração/idolatria pelo MÉXICO (arrrrrrrrrrrrrriba!) eu e Bázinha pensamos: "PQ NÃO MUDARMOS O LAYOUT DO SexyQueens PRO TEMA MEXICO: te quiero con limón Y sal!". Depois de nos enrolarmos por duas LONGAS semanas e, depois de nos disperçarmos assistindo filmes no Telecine das 21 às 5 da manhã, cá estamos, apresentando a vocês o nosso Nueeeevo Layout con sal y limón! Mas é ÓBVIO que o blog lindo-gay-da-cu estragou todas as 62 horas de trabalho que despreendemos aqui. É ÓBVIO. Então galere, a culpa dessa má qualidade de puta de esquina não é nossa. Talvez da Bá, mas não minha hehe.
Nós iamos pôr Mariachis (aqueles grupos tradicionais mexicanos com vários instrumentos mexicanos e chocalhos e tudo mais, assim como sombreros e mini-tequilas nos bolsos) com a carinha da Britney Spears (pq ela é a Rainha do Carão - se você não tem conhecimento disso digite Britney Spears no Google imagens e ria galões. Se alguém se interessar por emoticons, eu e Bá temos; contate-nos), mas, no fim das contas, não rolou: desculpa se não somos rainha do photoshop.
TÁ AGORA QUE EU RECEBI A MELHOR NOTÍCIA DO ANO TODO [ou a segunda melhor, que seja] eu não tenho mais concentração. TUDO BEEEEEEEEEM QUE TUDO já tava acertado e tudo mais: eu e Bázinha together nesse mundão de deus em 2009. É MANO ENGOLE ESSA, eu e Bá morando juntas, sob o mesmo teto, estudando comunicação e bebendo tequila ao invéz de água - porque nós somos conscientes. MAS MAS MAS MAS Mano, eu já falei que amo o Tio Tonhão? Pois eu amo o Tio Tonhão [papai da Bá]. E agora só falta o Tio Vivis [meu papai] dar um parecer lindo e maravilhoso e dizer: VAI MINHA FILHA, se joga!

O destino ninguém saberá. Só em 2009 HEHE
Pq nós não contaremos, ouviu Bárbara Taniguchi?


Ok, agora aproveitem o nosso novo blog carnavelesmo a là Mexico con limón y sal.
MANO TO
MUITO FELIZ!


Me desejem sorte.


domingo, 27 de julho de 2008

Desabafo

Enquanto a Carol assiste uma comédia romântica - triller erótico (brinks) - estou aqui para compartilhar meu sincero sentimento de ira diante do meu penúltimo dia de férias. Se É que se pode chamar de férias esse pseudo recesso que conseguiu, por alguma razão extraordinariamente desconhecida, me estressar mais ainda. Confesso que desconfio que seja pelo fato de eu ter dormido até as 18:30 até chegar o dia de prestar meu primeiro vestibular do ano (vexame).
Como se não fosse o suficiente, meu pai teve a capacidade de me fazer viajar 10 horas de onibus - gostaria de frizar que a última vez que o fiz peguei PIOLHO (não ria) - com destino a casa da minha adorável avó, e retornar no dia seguinte. Passei frio, fome, medo, dormi do lado de um senhor desconhecido depois de ter acordado 8 horas da manhã pra ir pra uma cidade chamada Jacarezinho - confesso que adorei os pequenos jacarés nos postes das avenidas, de muito bom gosto,parabéns viu Jacarezinhenses (finge) - fazer uma prova em uma hora e poder sair de lá apenas 3 horas depois.
Ontem, com muito esforço, acompanhei minhas migs numa última festa de férias. Uma merda. A cidade que eu estudo - na qual foi realizada essa festa e todas as outras que eu vou, já que minha Taguaí não é abençoada com pubs que bombam, e quando bombam sempre acaba em tiro - chamada Fartura é pequena, e nessas semanas estava sendo realizada a Copinha. Argentinos (/dur), chilenos, baianos, curitibanos, gays, cães andando pra cima e pra baixo, mexendo com as raparigas e ajudando a disparar a taxa de grávidas farturenses lotaram a cidade.
Depois de reencontrar uns amigos, passar frio na frente da padaria, tomar um fora durante a dança do créu,presenciar um tapa à la Paola Bratcho, cantar a música do chupingole 91 vezes, cair na escada (sã), estou segura de vir aqui dizer que: Preciso de férias.

libert

OMG
então, hoje é sábado, eu tenho 18, vinte reais na minha carteira vermelha luscofusca
tenho um copitcho de vinho na minha frente, um teclado sob meus dedos musculosos, um msn sem muitos contatos sexies
estou revoltada escutando Can't Stand Me Now do Libertines (o novo sex pistols do novo milenio, grupo que lançou dois albuns - só pra não ficar tão VULGO sex pistols e já acabou e tudo mais - infelizmente nenhum integrante morreu, o que não deixou o fim da banda tão tragico. todavia um deles - ou dois deles - era assaz drogado e namorava a kate moss (quase escrevi kate nash UHEIUEHIU puta diva) o que dava um GLAM pro grupo)
bom, voltando ao assunto, eu to revoltada pq eu NÃO CONSIGO ok, não consigo acompanhar a musica, nem ao menos quando tento ler juntinho saca? é foda ter que acompanhar o sotaque, o ritmo e A LETRA
mano, se liga, eu me sinto muito mal com isso
é importante pra mim acompanhar as letras dos meus artistas favoritos :)
saca, que se eu tivesse num karaoke agora eu NAO IA ME DAR BEM OK
eu não ia me dar bem, pq não tem batata frita. não tem garçom. não tem pinga de uva E EU NÃO SEI CANTAR LIBERTINES
VAO ME JULGAR POR ISSO AGORA

BRINSK
UIHEIUHEIU

Can't Stand Me Now

The Libertines

Composição: Indisponível

An ending fitting for the start
You twisted and tore our love apart
Your light fingers through the dark
Shattered the lamp into darkness, they cast us all
No, you've got it the wrong way round
You shut me up, and blamed it on the brown
Cornered the boy, kicked out at the world
The world kicked back a lot fucking harder now

If you wanna try
If you wanna try
There's no worse you could do
Uh oh oh

I know you lie
I know you lie
But I'm still in love with you
Uh oh oh

You can't take me anywhere, I take you anywhere
You can't take me anywhere, I can take you anywhere
I'll take you anywhere you wanna go

No, you can't stand me now, no you can't stand me now
No, you can't stand me now, no you can't stand me now
No, you can't stand me now, no you can't stand me now
No, you can't stand me now, no you can't stand me now

Have we enough to keep it together
Or do we just keep on pretending
And hope our luck is never ending, no

Try to pull the world, I wasn't feeling too clever
You take all that they're lending
Until you needed mending...


If you wanna try
If you wanna try
There's no worse you could do
Uh oh oh

I know you lie
All you do is make me cry
All those words that ain't true

You can't take me anywhere, I can take you anywhere
You can't take me anywhere, I can take you anywhere
I'll take you anywhere you wanna go

No, you can't stand me now, no you can't stand me now
No, you can't stand me now, no you can't stand me now
No, you can't stand me now, no you can't stand me now
No, you can't stand me now, no you can't stand me now

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Tijuana: sexo,tequila y maryjuana!


É incrivel como simples palavras podem me animar tanto numa quinta-feira, 02:51 da madrugada. Os povos latino-hispanico-mexico-nacho-burritos tem o sotaque e o conjunto de palavras mais sonoramente calientes.E sabem disso.
Estou a discutir sábia e arduamente com uma parceira de noitadas - Hi Five,Kary - o nome de nossa futura casa de drinks situada em Tijuana, Baja Califórnia.

"Bá diz:
vai falando
Kary Volta férias, volta! /o\ diz:
bierga
Bá diz:
qq é bierga? :~
Kary Volta férias, volta! /o\ diz:
boludos
Bá diz:
eu so mt podre em espanhol
Kary Volta férias, volta! /o\ diz:
cacet*
Bá diz:
serio EAHUIOHEIUHEAIUHEAIUOEHIUEA
Kary Volta férias, volta! /o\ diz:
coño,bribón
Bá diz:
vai traduzindo
Kary Volta férias, volta! /o\ diz:
bribónes bar
Kary Volta férias, volta! /o\ diz:
coño é buce**
Kary Volta férias, volta! /o\ diz:
noss corro O_O
Kary Volta férias, volta! /o\ diz:
bribón é vagabundo, imbecil"


Depois dessa clara demonstração de educação de minha cara amiga,ainda finalizou com o sensual slogan: Yo te quiero con limón y sal.
México,nós te amamos!


- Let's fucking go to Tijuana! - Why? - Do you know what happens in Tijuana? - No,what? - Exacly,that's why we should go there.

domingo, 20 de julho de 2008

Come pick me up


Eu não sei por que os críticos de cinema-sem-amor-em-suas-camas acham a interpretação do Orlando Bloom em Elizabethtown tão ruim. Não que eu entenda de artes cênicas – nem pretendo -, mas o Drew Baylor de Bloom é fabuloso. Acredito que o Drew que é uma pessoa perdida no mundo. Pra mim ele é um coração solitário neste mundo procurando pelo afago de Claire - antes que a faca do suicídio penetre em seu peito. Mas nem ele sabe disso.Ele sabe de muitas coisas, mas não as vê. Drew é triste, mórbido, melancólico. São oito anos sem reconhecimento. Imagine, oito anos podem até ser arredondados para dez anos: uma década. Uma quase década em que ninguém reconheceu sua grandeza e seu esforço profissional de criar um péssimo tênis. Só queriam o sucesso de quase um bilhão de dólares. “Eu to legal!”. Legal nada. Ele não estava legal. Talvez o Mr. Bloom não estivesse “legal” no período de gravação (mas só talvez) e aí o porquê de sua (maldita) má interpretação dos quase-críticos de cinema. Mas eu não concordo. Pra mim ele só entrou profundamente na dor de Baylor e ficou com aquela carinha de criança alienada sem saber para onde ir, até tomar aquele avião para Louisville. A Claire é quem é a fabulosa da história. É ela quem o pega pela mãozinha e o leva ao encontro da vida. Seja no cemitério. Seja no avião. Seja em cinco horas contra “Eles!” no telefone. Ela quem faz um mapa fabuloso de volta para a casa de Drew. Ele não sabia nem ao menos voltar para a casa; de carro. Nem ao menos onde deixar seu pai, se não fosse ela. Drew me dá pena; me dá vontade de pegá-lo no colo e deixar lá, dormindo, resignado, até que acorde para a vida. Até que diga de verdade “Eu to legal!”.

Às vezes as pessoas só precisam de colo (e talvez de um aparelho pra surdez).


Mas é só às vezes.